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	<title>Comentários sobre Economia BR</title>
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	<description>Economia BR Site &#38; Blog</description>
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		<title>Comentário sobre Barbas de Molho Com a Estratégia Econômica da China por Henrique</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/15/01/2012/barbas-de-molho-com-a-estrategia-economica-da-china/comment-page-1/#comment-1448</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 20:12:53 +0000</pubDate>
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		<description>Só quero ver quando os chineses quiserem mais liberdade. Espero que não seja uma Líbia em tamanho super-hiper ampliada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só quero ver quando os chineses quiserem mais liberdade. Espero que não seja uma Líbia em tamanho super-hiper ampliada.</p>
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		<title>Comentário sobre União Europeia Sem Fundos Para Socorrer Espanha e Itália por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/04/08/2011/uniao-europeia-sem-fundos-para-socorrer-espanha-e-italia/comment-page-1/#comment-1443</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 21:09:48 +0000</pubDate>
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		<description>Os italianos erram e quem paga são as agências de classificação de risco? Elas erram muito, mas este aqui não foi o caso.

&lt;a href=&quot;http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/08/04/promotores-da-italia-apreendem-documentos-de-agencias-de-classificacao-de-risco-no-pais-925061683.asp&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Promotores da Itália apreendem documentos de agências de classificação de risco no país&lt;/a&gt;

RIO - Promotores italianos apreenderam na quarta-feira documentos da Moody e da Standard &amp; Poors nos escritórios das agências de classificação no país. 

A medida faz parte de uma investigação sobre supostas variações flutuações &quot;anormais&quot; nos preços das ações na Itália. O objetivo da medida é &quot;verificar se estas agências cumprem os regulamentos no exercício de suas funções&quot;, disse Carlo Maria Capistrano, encarregado da investigação.

O Ministério Público também pediu ao regulador do mercado italiano, Consob, para entregar documentos relacionados ao seu registro na Itália. Em comunicado, a S &amp; P afirma que a investigação foi &quot;infundada&quot;.&quot;Defendemos com força o nosso trabalho, nossa reputação e nossa análise&quot;. A agência de notícias não conseguiu contato com a Moody para ouvir suas declarações.

O Ministério Público italiano abriu dois inquéritos, um para cada agência de rating, após queixa apresentada por dois grupos de consumidores sobre o impacto de seus relatórios sobre os preços das ações. 

A primeira alegação foi apresentada contra Moody, depois que ela publicou um relatório em maio de 2010, sobre o risco de exposição de bancos italianos à crise grega. 

A segunda queixa apresentada em maio deste ano atacou a Standard &amp; Poors depois que ela ameaçou cortar notação de crédito da Itália por causa de sua enorme dívida pública. Os promotores também estão investigando se os crimes foram cometidos durante uma onda de vendas de ativos italianos em 8 e 11 de julho, em meio a temores de que a terceira maior economia da zona do euro seria atingida pela crise da dívida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os italianos erram e quem paga são as agências de classificação de risco? Elas erram muito, mas este aqui não foi o caso.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/08/04/promotores-da-italia-apreendem-documentos-de-agencias-de-classificacao-de-risco-no-pais-925061683.asp" rel="nofollow">Promotores da Itália apreendem documentos de agências de classificação de risco no país</a></p>
<p>RIO &#8211; Promotores italianos apreenderam na quarta-feira documentos da Moody e da Standard &#038; Poors nos escritórios das agências de classificação no país. </p>
<p>A medida faz parte de uma investigação sobre supostas variações flutuações &#8220;anormais&#8221; nos preços das ações na Itália. O objetivo da medida é &#8220;verificar se estas agências cumprem os regulamentos no exercício de suas funções&#8221;, disse Carlo Maria Capistrano, encarregado da investigação.</p>
<p>O Ministério Público também pediu ao regulador do mercado italiano, Consob, para entregar documentos relacionados ao seu registro na Itália. Em comunicado, a S &#038; P afirma que a investigação foi &#8220;infundada&#8221;.&#8221;Defendemos com força o nosso trabalho, nossa reputação e nossa análise&#8221;. A agência de notícias não conseguiu contato com a Moody para ouvir suas declarações.</p>
<p>O Ministério Público italiano abriu dois inquéritos, um para cada agência de rating, após queixa apresentada por dois grupos de consumidores sobre o impacto de seus relatórios sobre os preços das ações. </p>
<p>A primeira alegação foi apresentada contra Moody, depois que ela publicou um relatório em maio de 2010, sobre o risco de exposição de bancos italianos à crise grega. </p>
<p>A segunda queixa apresentada em maio deste ano atacou a Standard &#038; Poors depois que ela ameaçou cortar notação de crédito da Itália por causa de sua enorme dívida pública. Os promotores também estão investigando se os crimes foram cometidos durante uma onda de vendas de ativos italianos em 8 e 11 de julho, em meio a temores de que a terceira maior economia da zona do euro seria atingida pela crise da dívida.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Governo Incentiva Inovação e Favorece Indústria Brasileira por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/03/08/2011/governo-incentiva-inovacao-e-favorece-industria-brasileira/comment-page-1/#comment-1442</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 20:02:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=1129#comment-1442</guid>
		<description>Mais uma grande notícia, já agora para os fornecedores da Petrobras:

&lt;a href=&quot;http://exame.abril.com.br/economia/noticias/bndes-anuncia-linha-de-r-4-bi-para-cadeia-de-petroleo-e-gas?utm_source=twitterfeed&amp;utm_medium=twitter&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;BNDES anuncia linha de R$4 bi para cadeia de petróleo e gás&lt;/a&gt;

Exame.com

Linha de financiamento do banco vai favorecer a cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás natural até 2015

BNDES poderá financiar empresas de pequeno porte por meio de uma empresa-âncora com receita anual de mais de 90 milhões de reais

Rio de Janeiro - Um dia após o anúncio de medidas de estímulo à indústria pelo governo, o BNDES informou que vai disponibilizar uma linha de 4 bilhões de reais para financiar a cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás natural até 2015.

As taxas juros vão variar de 4,5 por cento ao ano, para projetos de inovação, a 11,04 por cento, para capital de giro, informou o banco. Além disso, o acesso para micro, pequenas e médias empresas, que representam 85 por cento dos fornecedores do setor, será flexibilizado.

O banco poderá financiar empresas de pequeno porte por meio de uma empresa-âncora com receita anual de mais de 90 milhões de reais.

Essa empresa-âncora terá que fazer um plano de desenvolvimento para seus fornecedores, direcionando no mínimo 30 por cento do financiamento à cadeia de fornecedores e subfornecedores.

A medida vem ao encontro da nova estratégia da Petrobras de não utilizar mais o seu caixa para financiar seus forncedores, um volume de recursos que atingia cerca de 1 bilhão de reais por ano.

Por outro lado, a empresa tem necessidade, assim como as outras que atuam no setor no país, de cumprir um índice de conteúdo nacional exigido pelo governo nos seus projetos.

O apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ajuda a liberar o caixa da estatal para os vultosos investimentos programados até 2015, de 224,7 bilhões de dólares.

&quot;O alto volume de investimentos esperado nos próximos anos evidencia um panorama altamente favorável ao fortalecimento da cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás, com aumento de competitividade das empresas brasileiras no mercado doméstico e internacional&quot;, afirmou o banco em nota nesta quarta-feira.

De acordo com o banco, o objetivo do programa é buscar soluções para alguns dos entraves à competitividade e ao desenvolvimento do setor, &quot;tais como a dificuldade de acesso ao crédito, o elevado custo de capital e o acesso à tecnologia de ponta&quot;.

O banco vai estimular projetos de implantação, ampliação e modernização da capacidade produtiva; consolidação, fusão e aquisição e internacionalização da cadeia de fornecedores; financiamento do capital de giro necessário à produção de equipamentos e prestação de serviços; e suporte a atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma grande notícia, já agora para os fornecedores da Petrobras:</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/economia/noticias/bndes-anuncia-linha-de-r-4-bi-para-cadeia-de-petroleo-e-gas?utm_source=twitterfeed&#038;utm_medium=twitter" rel="nofollow">BNDES anuncia linha de R$4 bi para cadeia de petróleo e gás</a></p>
<p>Exame.com</p>
<p>Linha de financiamento do banco vai favorecer a cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás natural até 2015</p>
<p>BNDES poderá financiar empresas de pequeno porte por meio de uma empresa-âncora com receita anual de mais de 90 milhões de reais</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; Um dia após o anúncio de medidas de estímulo à indústria pelo governo, o BNDES informou que vai disponibilizar uma linha de 4 bilhões de reais para financiar a cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás natural até 2015.</p>
<p>As taxas juros vão variar de 4,5 por cento ao ano, para projetos de inovação, a 11,04 por cento, para capital de giro, informou o banco. Além disso, o acesso para micro, pequenas e médias empresas, que representam 85 por cento dos fornecedores do setor, será flexibilizado.</p>
<p>O banco poderá financiar empresas de pequeno porte por meio de uma empresa-âncora com receita anual de mais de 90 milhões de reais.</p>
<p>Essa empresa-âncora terá que fazer um plano de desenvolvimento para seus fornecedores, direcionando no mínimo 30 por cento do financiamento à cadeia de fornecedores e subfornecedores.</p>
<p>A medida vem ao encontro da nova estratégia da Petrobras de não utilizar mais o seu caixa para financiar seus forncedores, um volume de recursos que atingia cerca de 1 bilhão de reais por ano.</p>
<p>Por outro lado, a empresa tem necessidade, assim como as outras que atuam no setor no país, de cumprir um índice de conteúdo nacional exigido pelo governo nos seus projetos.</p>
<p>O apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ajuda a liberar o caixa da estatal para os vultosos investimentos programados até 2015, de 224,7 bilhões de dólares.</p>
<p>&#8220;O alto volume de investimentos esperado nos próximos anos evidencia um panorama altamente favorável ao fortalecimento da cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás, com aumento de competitividade das empresas brasileiras no mercado doméstico e internacional&#8221;, afirmou o banco em nota nesta quarta-feira.</p>
<p>De acordo com o banco, o objetivo do programa é buscar soluções para alguns dos entraves à competitividade e ao desenvolvimento do setor, &#8220;tais como a dificuldade de acesso ao crédito, o elevado custo de capital e o acesso à tecnologia de ponta&#8221;.</p>
<p>O banco vai estimular projetos de implantação, ampliação e modernização da capacidade produtiva; consolidação, fusão e aquisição e internacionalização da cadeia de fornecedores; financiamento do capital de giro necessário à produção de equipamentos e prestação de serviços; e suporte a atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Congresso Aprova Plano e Salva os EUA de Calote Iminente por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/02/08/2011/congresso-aprova-plano-e-salva-os-eua-de-calote-iminente/comment-page-1/#comment-1441</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 16:53:18 +0000</pubDate>
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		<description>Aparentemente, os chineses seriam os últimos a desejarem ver isso acontecer. Essa agência Dagong Global é estatal? Há algum interesse por trás nessa medida (como as demais agências agem) ou é só seriedade?

___________________

&lt;strong&gt;Agência de rating chinesa rebaixa nota dos EUA para ‘A’&lt;/strong&gt;

Estadão

Segundo a agência, o acordo para elevar o teto de dívida não resolverá os problemas estruturais e nem melhorará a capacidade de pagamento no longo prazo

PEQUIM - A agência chinesa de classificação de risco Dagong Global rebaixou a nota de dívida dos Estados Unidos de &quot;A+&quot; para &quot;A&quot;, dizendo que o acordo para elevar o teto de dívida do país não resolverá os problemas estruturais e nem melhorará a capacidade de pagamento no longo prazo.

A Dagong Global Credit Rating, uma agência pouco conhecida fora da China, acrescentou que a decisão norte-americana de elevar o teto da dívida não mudará o fato de que o crescimento da dívida ultrapassou a expansão econômica geral e a arrecadação fiscal.

&quot;O aumento do teto da dívida dos Estados Unidos ajudou temporariamente a evitar um default, mas não melhorou sua solvência, e a crescente carga de dívida do governo vai deteriorar a crise de dívida soberana dos Estados Unidos&quot;, disse a agência em comunicado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente, os chineses seriam os últimos a desejarem ver isso acontecer. Essa agência Dagong Global é estatal? Há algum interesse por trás nessa medida (como as demais agências agem) ou é só seriedade?</p>
<p>___________________</p>
<p><strong>Agência de rating chinesa rebaixa nota dos EUA para ‘A’</strong></p>
<p>Estadão</p>
<p>Segundo a agência, o acordo para elevar o teto de dívida não resolverá os problemas estruturais e nem melhorará a capacidade de pagamento no longo prazo</p>
<p>PEQUIM &#8211; A agência chinesa de classificação de risco Dagong Global rebaixou a nota de dívida dos Estados Unidos de &#8220;A+&#8221; para &#8220;A&#8221;, dizendo que o acordo para elevar o teto de dívida do país não resolverá os problemas estruturais e nem melhorará a capacidade de pagamento no longo prazo.</p>
<p>A Dagong Global Credit Rating, uma agência pouco conhecida fora da China, acrescentou que a decisão norte-americana de elevar o teto da dívida não mudará o fato de que o crescimento da dívida ultrapassou a expansão econômica geral e a arrecadação fiscal.</p>
<p>&#8220;O aumento do teto da dívida dos Estados Unidos ajudou temporariamente a evitar um default, mas não melhorou sua solvência, e a crescente carga de dívida do governo vai deteriorar a crise de dívida soberana dos Estados Unidos&#8221;, disse a agência em comunicado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Dilma Enquadra Mantega e Receita Federal no Mesmo Dia por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/30/07/2011/dilma-enquadra-mantega-e-receita-federal-no-mesmo-dia/comment-page-1/#comment-1440</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 04:27:07 +0000</pubDate>
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		<description>Alguém lembra do termo &quot;tecnocratas&quot;? rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém lembra do termo &#8220;tecnocratas&#8221;? rs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Mantega Diz Que Brasil Está de Olho em Risco de Calote dos EUA por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/26/07/2011/mantega-diz-que-brasil-esta-de-olho-em-risco-de-calote-dos-eua/comment-page-1/#comment-1439</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 17:44:48 +0000</pubDate>
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		<description>BOM DIA BRASIL

Miriam Leitão

China manipula câmbio, mas ninguém quer brigar com ela

O ministro Guido Mantega, quando falou da manipulação cambial, disse que alguns países procuram reduzir o valor da sua moeda para exportarem mais, serem mais competitivos. Na verdade, ele queria falar de um país: a China, mas ninguém quer colocar o guizo no gato chinês, todo mundo tem medo de brigar com o país, que manipula sua moeda.

O euro, apesar dos problemas da Europa, se valorizou em relação ao dólar. O real também. No caso da moeda chinesa, só quando o partido comunista deixa, mas aí não dá. Eles fazem isso exatamente para aumentar a competitividade dos produtos chineses no mercado internacional, como Mantega afirmou.

Quando o ministro fala em medidas para segurar o câmbio, o dólar cai mais. É uma velha lei da selva: o ministro da Fazenda não pode pré-anunciá-las, tem de anunciá-las. Cada vez que Mantega faz isso, é ruim. Ele tem de dizer o que pretende fazer.

===================================================

O ministro Mantega falou da manipulação cambial e disse que alguns países procuram reduzir o valor da sua moeda para exportarem mais, serem mais competitivos. 

Ora, se essa agora é a regra válida, por que insistir com a regra perdida e fazer de tudo para perder a guerra por mero cavalheirismo? 

Acorda, Dilma!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BOM DIA BRASIL</p>
<p>Miriam Leitão</p>
<p>China manipula câmbio, mas ninguém quer brigar com ela</p>
<p>O ministro Guido Mantega, quando falou da manipulação cambial, disse que alguns países procuram reduzir o valor da sua moeda para exportarem mais, serem mais competitivos. Na verdade, ele queria falar de um país: a China, mas ninguém quer colocar o guizo no gato chinês, todo mundo tem medo de brigar com o país, que manipula sua moeda.</p>
<p>O euro, apesar dos problemas da Europa, se valorizou em relação ao dólar. O real também. No caso da moeda chinesa, só quando o partido comunista deixa, mas aí não dá. Eles fazem isso exatamente para aumentar a competitividade dos produtos chineses no mercado internacional, como Mantega afirmou.</p>
<p>Quando o ministro fala em medidas para segurar o câmbio, o dólar cai mais. É uma velha lei da selva: o ministro da Fazenda não pode pré-anunciá-las, tem de anunciá-las. Cada vez que Mantega faz isso, é ruim. Ele tem de dizer o que pretende fazer.</p>
<p>===================================================</p>
<p>O ministro Mantega falou da manipulação cambial e disse que alguns países procuram reduzir o valor da sua moeda para exportarem mais, serem mais competitivos. </p>
<p>Ora, se essa agora é a regra válida, por que insistir com a regra perdida e fazer de tudo para perder a guerra por mero cavalheirismo? </p>
<p>Acorda, Dilma!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Dólar Inicia a Semana em Queda Após Declaração de Dilma por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/25/07/2011/dolar-inicia-a-semana-em-queda-apos-declaracao-de-dilma/comment-page-1/#comment-1438</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 14:40:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=1061#comment-1438</guid>
		<description>Olá, Hélio, seja bem-vindo por aqui:

Eu vejo a China como uma &quot;Nuvem de Gafanhotos Famintos&quot;.  O problema da China é associado ao dos EUA, que criou o monstro com a ida de Nixon e abertura dos dois mercados. Aí deu no que deu e o dragão hoje voa sozinho. Mas suas asas são fracas, pois o câmbio do Iuane é vitaminado, artificialmente.

Para o Brasil sair dessa armadilha mortal, terá que escolher entre taxar pesadamente tudo que vier de lá (e vizinhos) e acabar com o câmbio flutuante, fazendo como os próprios chineses fazem. Se não podemos vencer a China, façamos como ela. 

Uma mescla bem equilibrada nas doses e no tempo poderia ser ainda mais funcional. Ganharíamos mais tempo para, em paralelo, tratarmos de nossos custos absurdos.

Como eu não sou economista e não dependo da área financeira, fico à vontade para dizer o que penso, coisa que alguém do &quot;mercado&quot; jamais faria, pois abalaria sua instituição e assim, seu emprego, rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Hélio, seja bem-vindo por aqui:</p>
<p>Eu vejo a China como uma &#8220;Nuvem de Gafanhotos Famintos&#8221;.  O problema da China é associado ao dos EUA, que criou o monstro com a ida de Nixon e abertura dos dois mercados. Aí deu no que deu e o dragão hoje voa sozinho. Mas suas asas são fracas, pois o câmbio do Iuane é vitaminado, artificialmente.</p>
<p>Para o Brasil sair dessa armadilha mortal, terá que escolher entre taxar pesadamente tudo que vier de lá (e vizinhos) e acabar com o câmbio flutuante, fazendo como os próprios chineses fazem. Se não podemos vencer a China, façamos como ela. </p>
<p>Uma mescla bem equilibrada nas doses e no tempo poderia ser ainda mais funcional. Ganharíamos mais tempo para, em paralelo, tratarmos de nossos custos absurdos.</p>
<p>Como eu não sou economista e não dependo da área financeira, fico à vontade para dizer o que penso, coisa que alguém do &#8220;mercado&#8221; jamais faria, pois abalaria sua instituição e assim, seu emprego, rs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Dólar Inicia a Semana em Queda Após Declaração de Dilma por Helio Correa</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/25/07/2011/dolar-inicia-a-semana-em-queda-apos-declaracao-de-dilma/comment-page-1/#comment-1437</link>
		<dc:creator>Helio Correa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 17:28:33 +0000</pubDate>
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		<description>Vê-se claramente que uma política de incentivos a inovação traz em seu bojo sempre um custo de investimento. 

Mas a pergunta ainda é: 

- Como resolver o problema que tanto nós como outros estão tendo com a China, esta sempre plagia/copia/pirateia tudo ao seu alcance, não arcando com o ônus dos custos do produto, e após a &quot;onça morta&quot;, copia e vende o NOVO QUE FOI DESENVOLVIDO com custos ao nível de uma guerra comercial assimétrica, canibalizando tudo o que seja direitos / patentes / propriedade...?

Att. Hélio Corrêa

Ao que parece, ao declarar a China como economia de mercado, lhe demos uma carta branca para destruir todas as economias de mercado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vê-se claramente que uma política de incentivos a inovação traz em seu bojo sempre um custo de investimento. </p>
<p>Mas a pergunta ainda é: </p>
<p>- Como resolver o problema que tanto nós como outros estão tendo com a China, esta sempre plagia/copia/pirateia tudo ao seu alcance, não arcando com o ônus dos custos do produto, e após a &#8220;onça morta&#8221;, copia e vende o NOVO QUE FOI DESENVOLVIDO com custos ao nível de uma guerra comercial assimétrica, canibalizando tudo o que seja direitos / patentes / propriedade&#8230;?</p>
<p>Att. Hélio Corrêa</p>
<p>Ao que parece, ao declarar a China como economia de mercado, lhe demos uma carta branca para destruir todas as economias de mercado!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Bolsas Europeias Desabam Com Agravamento da Crise por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/11/07/2011/bolsas-europeias-desabam-com-agravamento-da-crise/comment-page-1/#comment-1436</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 00:25:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=1003#comment-1436</guid>
		<description>Por falar em caos, um amigo lembrou hoje que a situação da Inglaterra é bem pior que tudo isso que temos visto.

Verdade sobre o Reino Unido. Enquanto a Itália tem uma dívida 120% maior que o PIB, os ingleses carregam outra 400% maior, ou seja, ela é 5 vezes maior que o PIB:

http://www.economiabr.com.br/Ind/Ind_gerais.htm#Divida

Essa bomba ainda está escondida, mas a equipe de busca já está se aproximando dela, rsrs

E os caras lá estão preocupados com gravações... fala sério, rs!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por falar em caos, um amigo lembrou hoje que a situação da Inglaterra é bem pior que tudo isso que temos visto.</p>
<p>Verdade sobre o Reino Unido. Enquanto a Itália tem uma dívida 120% maior que o PIB, os ingleses carregam outra 400% maior, ou seja, ela é 5 vezes maior que o PIB:</p>
<p><a href="http://www.economiabr.com.br/Ind/Ind_gerais.htm#Divida" rel="nofollow">http://www.economiabr.com.br/Ind/Ind_gerais.htm#Divida</a></p>
<p>Essa bomba ainda está escondida, mas a equipe de busca já está se aproximando dela, rsrs</p>
<p>E os caras lá estão preocupados com gravações&#8230; fala sério, rs!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Todos na Europa Agora Estão Unidos Contra a Moody’s por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/08/07/2011/todos-na-europa-agora-estao-unidos-contra-a-moodys/comment-page-1/#comment-1435</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 18:28:06 +0000</pubDate>
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		<description>Toc, toc, toc, rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Toc, toc, toc, rs</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Todos na Europa Agora Estão Unidos Contra a Moody’s por Henrique</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/08/07/2011/todos-na-europa-agora-estao-unidos-contra-a-moodys/comment-page-1/#comment-1434</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 16:48:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=988#comment-1434</guid>
		<description>Ótima matéria e comentário!!!!!!!!!!!!
(aliás, todas são).

Como já disse aqui antes, este site é show, sempre sigo. Você tem que trabalhar no governo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima matéria e comentário!!!!!!!!!!!!<br />
(aliás, todas são).</p>
<p>Como já disse aqui antes, este site é show, sempre sigo. Você tem que trabalhar no governo!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A Velha Estória do Fim da Mão de Obra Barata na China por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/24/06/2011/a-velha-estoria-do-fim-da-mao-de-obra-barata-na-china/comment-page-1/#comment-1433</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 19:57:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=937#comment-1433</guid>
		<description>Atualizei os dados de nosso PIB.

Tanto no Nominal quanto no PPP estamos em 7º lugar para 2010:

http://www.economiabr.com.br/Ind/Ind_gerais.htm#PIB-NOMINAL</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Atualizei os dados de nosso PIB.</p>
<p>Tanto no Nominal quanto no PPP estamos em 7º lugar para 2010:</p>
<p><a href="http://www.economiabr.com.br/Ind/Ind_gerais.htm#PIB-NOMINAL" rel="nofollow">http://www.economiabr.com.br/Ind/Ind_gerais.htm#PIB-NOMINAL</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre China Tentou Negar Apoio ao Brasil em Reforma do FMI por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/19/05/2011/china-tentou-negar-apoio-ao-brasil-em-reforma-do-fmi/comment-page-1/#comment-1429</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 02:57:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=848#comment-1429</guid>
		<description>Obrigado, Henrique. Não posto notícias sempre porque só vejo interesse pelos temas mais importantes ao país... e esses não saem todo dia. Mas prometo fazer um esforço, rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Henrique. Não posto notícias sempre porque só vejo interesse pelos temas mais importantes ao país&#8230; e esses não saem todo dia. Mas prometo fazer um esforço, rs</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre China Tentou Negar Apoio ao Brasil em Reforma do FMI por Henrique</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/19/05/2011/china-tentou-negar-apoio-ao-brasil-em-reforma-do-fmi/comment-page-1/#comment-1428</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2011 13:49:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=848#comment-1428</guid>
		<description>Ótimo post, e comentário 10 vezes melhor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sempre acompanho esse site, já está no &quot;Favoritos&quot; do meu navegador. 
Pena que não tem novas postagens todos os dias ou pelo menos de 2 em 2 dias.

Gostaria de fazer um comentário; você sitou ar &quot;sempre invejosa&quot; Argentina e, já não bastasse, parece também que o México se juntou a ela. O presidente mexicano sempre que tem oportunidade dá uma cotovelada no Brasil. Esses dias, ele escreveu no twitter que o México ultrapassou o Brasil no Ranking Mundial de Competitividade, e fez questão de postar a informação 2 vezes.

Torço com muito entusiasmo para que as previsões do Economia BR se concretizem!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo post, e comentário 10 vezes melhor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!<br />
Sempre acompanho esse site, já está no &#8220;Favoritos&#8221; do meu navegador.<br />
Pena que não tem novas postagens todos os dias ou pelo menos de 2 em 2 dias.</p>
<p>Gostaria de fazer um comentário; você sitou ar &#8220;sempre invejosa&#8221; Argentina e, já não bastasse, parece também que o México se juntou a ela. O presidente mexicano sempre que tem oportunidade dá uma cotovelada no Brasil. Esses dias, ele escreveu no twitter que o México ultrapassou o Brasil no Ranking Mundial de Competitividade, e fez questão de postar a informação 2 vezes.</p>
<p>Torço com muito entusiasmo para que as previsões do Economia BR se concretizem!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Primeiro PIIGS Que Deixar o Euro Devastará a Europa e os EUA por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/08/05/2011/o-primeiro-piigs-que-deixar-o-euro-devastara-a-europa-e-os-eua/comment-page-1/#comment-1427</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 23:40:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=836#comment-1427</guid>
		<description>Ministro alemão refuta que Grécia saia do euro 

O Globo - Por Gernot Heller

BERLIM (Reuters) - O ministro da Economia da Alemanha refutou neste domingo a especulação de que a Grécia deveria abandonar a zona do euro e reintroduzir o dracma, argumentando que isso só enfraqueceria a Europa no momento em que ela precisa ser fortalecida.

&quot;Eu não defendo isso ... Sou muito mais da opinião contrária&quot;, disse Rainer Bruederle à Reuters durante encontro de parlamentares do partido Democrata-Liberal, em Berlim.

No sábado, um parlamentar do mesmo partido, Frank Schaeffler, afirmou que a Alemanha deveria apoiar Atenas de forma construtiva caso ela decida sair da zona do euro.

Schaeffler tem a mesma opinião do presidente do impotante instituto Ifo, Hans-Werner Sinn. Ele afirmou à revista Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung que a saída da zona do euro é uma opção melhor que a transfusão permanente de recursos fiscais da Alemanha.

Além disso, ao tomar medidas de austeridade somente para ficar na zona do euro, Atenas condena sua população a uma brutal desvalorização interna por meio de salários e gastos cada vez menores, o que poderia causar problemas sociais.

&quot;O país chegaria perto de um estado de guerra civil&quot;, disse Sinn à revista. Ele ainda associou a atual situação da Grécia à crise fiscal da República de Weimar, quando as políticas deflacionárias do chanceler Heinrich Bruening ajudaram a criar as condições para a chegada dos nazistas ao poder.

À Reuters, o ministro Bruederle disse que os gregos precisam de tempo para executar suas reformas, algo que fica cada vez mais difícil com a constante especulação de mercado sobre uma possível reestruturação da dívida e sobre uma saída da zona do euro.

&quot;A especulação dia sim e outro também só leva a mais especulação e não fortalece a Europa.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ministro alemão refuta que Grécia saia do euro </p>
<p>O Globo &#8211; Por Gernot Heller</p>
<p>BERLIM (Reuters) &#8211; O ministro da Economia da Alemanha refutou neste domingo a especulação de que a Grécia deveria abandonar a zona do euro e reintroduzir o dracma, argumentando que isso só enfraqueceria a Europa no momento em que ela precisa ser fortalecida.</p>
<p>&#8220;Eu não defendo isso &#8230; Sou muito mais da opinião contrária&#8221;, disse Rainer Bruederle à Reuters durante encontro de parlamentares do partido Democrata-Liberal, em Berlim.</p>
<p>No sábado, um parlamentar do mesmo partido, Frank Schaeffler, afirmou que a Alemanha deveria apoiar Atenas de forma construtiva caso ela decida sair da zona do euro.</p>
<p>Schaeffler tem a mesma opinião do presidente do impotante instituto Ifo, Hans-Werner Sinn. Ele afirmou à revista Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung que a saída da zona do euro é uma opção melhor que a transfusão permanente de recursos fiscais da Alemanha.</p>
<p>Além disso, ao tomar medidas de austeridade somente para ficar na zona do euro, Atenas condena sua população a uma brutal desvalorização interna por meio de salários e gastos cada vez menores, o que poderia causar problemas sociais.</p>
<p>&#8220;O país chegaria perto de um estado de guerra civil&#8221;, disse Sinn à revista. Ele ainda associou a atual situação da Grécia à crise fiscal da República de Weimar, quando as políticas deflacionárias do chanceler Heinrich Bruening ajudaram a criar as condições para a chegada dos nazistas ao poder.</p>
<p>À Reuters, o ministro Bruederle disse que os gregos precisam de tempo para executar suas reformas, algo que fica cada vez mais difícil com a constante especulação de mercado sobre uma possível reestruturação da dívida e sobre uma saída da zona do euro.</p>
<p>&#8220;A especulação dia sim e outro também só leva a mais especulação e não fortalece a Europa.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Dólar Atinge Nova Mínima em 3 Anos Contra Principais Moedas por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/21/04/2011/dolar-atinge-nova-minima-em-3-anos-contra-principais-moedas/comment-page-1/#comment-1426</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 21:05:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=825#comment-1426</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Os cupins da governança irresponsável se alastram&lt;/strong&gt;

O Estado de São Paulo - Marco Antonio Rocha

Ooops... deu cupim na &quot;cumiera&quot;?

É o que parece.

E quem apontou o cupim foi a Standard &amp; Poor&quot;s (S&amp;P), uma das &quot;três grandes&quot; do mercado financeiro mundial empenhadas no duro ofício de avaliar a dose de risco apresentada por países - os chamados &quot;riscos soberanos&quot;, que na maioria dos casos envolvem países que não têm soberania nenhuma.

Mas agora a coisa parece séria, porque o que ocorreu na semana passada foi que a agência, em nota oficial, colocou sob &quot;perspectiva negativa&quot; os títulos emitidos pelo governo americano, os mais seguros do mundo. Equivaleria a dizer que barras de ouro são de latão...

E o que é que coloca sob perspectiva negativa um título desses? É a possibilidade de que seu emissor (no caso o governo americano) possa vir a não honrá-lo num futuro qualquer, em virtude de o crescimento exponencial da sua dívida torná-la impagável. Em outras palavras, a economia americana estaria perdendo condições de gerar os recursos necessários ao financiamento da dívida do país, e o governo ianque acabaria tendo de se declarar em default e dizer algo como: devo, sim, mas só pago a metade, ou um terço, ou seja lá o que for, mas não tudo. Como já fez o governo da Argentina tempos atrás.

Só que a dívida da Argentina não era de abalar o mundo.

Uso a imagem cabocla do cupim na cumeeira porque os títulos do governo americano são as telhas do telhado que cobre o imenso circo em que se transformou o mercado financeiro internacional. E todo mundo sabe que cupim pode fazer desabar todo o telhado. De modo que, quando uma firma de engenharia financeira, como a S&amp;P, acha que tem cupim nesse principal telhado, todo mundo olha para cima para ver se ele já está desabando ou olha para os lados para saber como sair debaixo.

E a ironia do caso é que ninguém tem como sair debaixo. As bolsas despencaram no dia da nota da S&amp;P, mas depois se estabilizaram. Sim, porque todo mundo sabe que não há o que fazer: se ficar o bicho come, se correr o bicho pega. Não há como se livrar dos títulos do governo americano. Para fazer o quê? Trocar por títulos do governo inglês, do governo francês, do governo italiano, irlandês, português, grego? Mas, se o governo americano entra em default, os desses países também vão para o brejo.

A China seria de longe a maior vítima de um calote dos EUA, pois tem mais de US$ 3 trilhões de reservas, dos quais a maior parte deve ser em treasuries bonds. Em tempos antigos corriam no Brasil histórias de incautos que caíam no conto do bonde - do caipira paulista que vinha conhecer a capital, ficava maravilhado com os bondes da Light e logo um vigarista lhe propunha que comprasse um. Não sei se alguém já caiu nesse conto, mas o mundo moderno caiu no conto dos bonds americanos. Não por ingenuidade ou falta de cautela, mas por não ter onde mais aplicar o dinheiro. O problema é que o mundo, hoje, produz mais liquidez financeira do que bons negócios para absorvê-la. Isso começou na primeira grande alta dos preços do petróleo, no final de 1973, viabilizada por pelo menos dois fatos: o abandono do padrão-ouro pelo governo americano (*); e os EUA terem deixado de ser autossuficientes em petróleo e passado a importadores.

Essa primeira onda de liquidez errática, dos &quot;petrodólares&quot;, fascinou vários governos de países pobres, inclusive o do Brasil. Aquela dinheirama não encontrava projetos, empresas e empreendimentos sérios onde fosse aplicada com segurança. Começou, então, a ser &quot;vendida&quot;, sob forma de crédito barato, para governos perdulários, que queriam dinheiro para gastar a rodo (como sempre querem). O nosso vivia, então, sua fase de &quot;pra frente Brasil&quot;, com o que engambelava o povão da época, e os bancos internacionais apostaram num governo estável (pois, claro, era militar), que pagaria suas dívidas. Enchemos os bolsos... de dívidas - que mais tarde nos encheriam de vergonha.

Mas as ondas de liquidez se sucederam, a partir de então, por razões que só economistas podem tentar explicar. O fato é que o mundo navega numa delas atualmente.

Dinheiro em excesso produz as pressões inflacionárias, sempre ameaçadoras, que os governo tentam enquadrar, a cada ano, com maior ou menor sucesso; e uma outra &quot;inflação&quot;, a de empresários de papel - essas figuras que amealham fortunas imensas, a partir de &quot;ativos&quot; que nada mais são do que o computador, a caneta e o papel timbrado.

A grande arte do &quot;financista&quot; moderno não é &quot;empinar papagaios&quot;, como o roleiro de antigamente com as notas promissórias. O de hoje empina IPOs. Mas os governos empinam papagaios e IPOs, e o dos EUA é o mais audacioso do planeta nesse mister: mais de US$ 14 trilhões de papelório empinado é para qualquer larápio das arábias morrer de inveja...

Toda essa desordem está em busca de uma nova ordem. Deve ser isso que George Soros pensava quando, há dias, reuniu um grupo de luminares da economia e finanças em Bretton Woods, o mesmo lugar onde nasceu o FMI.

(*) Em 1971 o governo americano rompeu o compromisso de entregar sempre uma onça-troy de ouro por US$ 35 (hoje ela vale US$ 1.500).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os cupins da governança irresponsável se alastram</strong></p>
<p>O Estado de São Paulo &#8211; Marco Antonio Rocha</p>
<p>Ooops&#8230; deu cupim na &#8220;cumiera&#8221;?</p>
<p>É o que parece.</p>
<p>E quem apontou o cupim foi a Standard &#038; Poor&#8221;s (S&#038;P), uma das &#8220;três grandes&#8221; do mercado financeiro mundial empenhadas no duro ofício de avaliar a dose de risco apresentada por países &#8211; os chamados &#8220;riscos soberanos&#8221;, que na maioria dos casos envolvem países que não têm soberania nenhuma.</p>
<p>Mas agora a coisa parece séria, porque o que ocorreu na semana passada foi que a agência, em nota oficial, colocou sob &#8220;perspectiva negativa&#8221; os títulos emitidos pelo governo americano, os mais seguros do mundo. Equivaleria a dizer que barras de ouro são de latão&#8230;</p>
<p>E o que é que coloca sob perspectiva negativa um título desses? É a possibilidade de que seu emissor (no caso o governo americano) possa vir a não honrá-lo num futuro qualquer, em virtude de o crescimento exponencial da sua dívida torná-la impagável. Em outras palavras, a economia americana estaria perdendo condições de gerar os recursos necessários ao financiamento da dívida do país, e o governo ianque acabaria tendo de se declarar em default e dizer algo como: devo, sim, mas só pago a metade, ou um terço, ou seja lá o que for, mas não tudo. Como já fez o governo da Argentina tempos atrás.</p>
<p>Só que a dívida da Argentina não era de abalar o mundo.</p>
<p>Uso a imagem cabocla do cupim na cumeeira porque os títulos do governo americano são as telhas do telhado que cobre o imenso circo em que se transformou o mercado financeiro internacional. E todo mundo sabe que cupim pode fazer desabar todo o telhado. De modo que, quando uma firma de engenharia financeira, como a S&#038;P, acha que tem cupim nesse principal telhado, todo mundo olha para cima para ver se ele já está desabando ou olha para os lados para saber como sair debaixo.</p>
<p>E a ironia do caso é que ninguém tem como sair debaixo. As bolsas despencaram no dia da nota da S&#038;P, mas depois se estabilizaram. Sim, porque todo mundo sabe que não há o que fazer: se ficar o bicho come, se correr o bicho pega. Não há como se livrar dos títulos do governo americano. Para fazer o quê? Trocar por títulos do governo inglês, do governo francês, do governo italiano, irlandês, português, grego? Mas, se o governo americano entra em default, os desses países também vão para o brejo.</p>
<p>A China seria de longe a maior vítima de um calote dos EUA, pois tem mais de US$ 3 trilhões de reservas, dos quais a maior parte deve ser em treasuries bonds. Em tempos antigos corriam no Brasil histórias de incautos que caíam no conto do bonde &#8211; do caipira paulista que vinha conhecer a capital, ficava maravilhado com os bondes da Light e logo um vigarista lhe propunha que comprasse um. Não sei se alguém já caiu nesse conto, mas o mundo moderno caiu no conto dos bonds americanos. Não por ingenuidade ou falta de cautela, mas por não ter onde mais aplicar o dinheiro. O problema é que o mundo, hoje, produz mais liquidez financeira do que bons negócios para absorvê-la. Isso começou na primeira grande alta dos preços do petróleo, no final de 1973, viabilizada por pelo menos dois fatos: o abandono do padrão-ouro pelo governo americano (*); e os EUA terem deixado de ser autossuficientes em petróleo e passado a importadores.</p>
<p>Essa primeira onda de liquidez errática, dos &#8220;petrodólares&#8221;, fascinou vários governos de países pobres, inclusive o do Brasil. Aquela dinheirama não encontrava projetos, empresas e empreendimentos sérios onde fosse aplicada com segurança. Começou, então, a ser &#8220;vendida&#8221;, sob forma de crédito barato, para governos perdulários, que queriam dinheiro para gastar a rodo (como sempre querem). O nosso vivia, então, sua fase de &#8220;pra frente Brasil&#8221;, com o que engambelava o povão da época, e os bancos internacionais apostaram num governo estável (pois, claro, era militar), que pagaria suas dívidas. Enchemos os bolsos&#8230; de dívidas &#8211; que mais tarde nos encheriam de vergonha.</p>
<p>Mas as ondas de liquidez se sucederam, a partir de então, por razões que só economistas podem tentar explicar. O fato é que o mundo navega numa delas atualmente.</p>
<p>Dinheiro em excesso produz as pressões inflacionárias, sempre ameaçadoras, que os governo tentam enquadrar, a cada ano, com maior ou menor sucesso; e uma outra &#8220;inflação&#8221;, a de empresários de papel &#8211; essas figuras que amealham fortunas imensas, a partir de &#8220;ativos&#8221; que nada mais são do que o computador, a caneta e o papel timbrado.</p>
<p>A grande arte do &#8220;financista&#8221; moderno não é &#8220;empinar papagaios&#8221;, como o roleiro de antigamente com as notas promissórias. O de hoje empina IPOs. Mas os governos empinam papagaios e IPOs, e o dos EUA é o mais audacioso do planeta nesse mister: mais de US$ 14 trilhões de papelório empinado é para qualquer larápio das arábias morrer de inveja&#8230;</p>
<p>Toda essa desordem está em busca de uma nova ordem. Deve ser isso que George Soros pensava quando, há dias, reuniu um grupo de luminares da economia e finanças em Bretton Woods, o mesmo lugar onde nasceu o FMI.</p>
<p>(*) Em 1971 o governo americano rompeu o compromisso de entregar sempre uma onça-troy de ouro por US$ 35 (hoje ela vale US$ 1.500).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma Tecnologia Vai Mudar o Mundo Em Breve: Fusão a Frio (Cold Fusion) por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/10/04/2011/uma-tecnologia-vai-mudar-o-mundo-em-breve-fusao-a-frio-cold-fusion/comment-page-1/#comment-1425</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 02:25:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=797#comment-1425</guid>
		<description>Carlos, muito obrigado por suas explicações. Assim, podemos entender que se trata mesmo daqueles 15 minutos de fama, como você mesmo propôs ser, rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos, muito obrigado por suas explicações. Assim, podemos entender que se trata mesmo daqueles 15 minutos de fama, como você mesmo propôs ser, rs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma Tecnologia Vai Mudar o Mundo Em Breve: Fusão a Frio (Cold Fusion) por Carlos</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/10/04/2011/uma-tecnologia-vai-mudar-o-mundo-em-breve-fusao-a-frio-cold-fusion/comment-page-1/#comment-1424</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 16:22:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=797#comment-1424</guid>
		<description>Bom, mesmo não sendo Químico nem Físico Nuclear gostaria de fazer alguns comentários para tentar evitar possível desinformação. Antecipando, não há motivo aparente para se falar em &quot;revolução&quot;, já que pelo esquema mostrado parece uma simples reação química. 

Antes de falar do texto em si é importante prestar algumas informações químicas para contextualizar: esse níquel em pó provavelmente é um catalisador largamente utilizado pela indústria conhecido como &quot;Níquel de Raney&quot;. 

É utilizado principalmente em reações de hidrogenação, seja de petróleo ou de óleos vegetais para fazer margarina (daí gordura vegetal hidrogenada). Geralmente essas reações liberam algum calor, que vai depender com quem está reagindo para liberar mais ou menos calor. Calor mesmo só por combustão.

O hidrogênio não é tão barato assim e pelo que se conhece vamos depender de petróleo sim, por um longo tempo ainda, pois a forma mais econômica de obtê-lo é através de &quot;Reforma a Vapor&quot;, onde ocorre a reação de metano (do petróleo) com água a altas temperaturas (e catalisado geralmente com... níquel!!) forma hidrogênio e gás carbônico. 

Como em qualquer reação os reagentes SEMPRE são consumidos, não existe mágica: ocorre com o combustível do carro, com o alimento que ingerimos. As barras de urânio em reatores nucleares são semelhantes, embora a taxa de decaimento radioativo - não há reação nuclear - é relativamente lenta, gera produtos lentamente, mas libera enormes quantidades de energia.

Informações físicas: a fusão nuclear é uma reação entre dois núcleos para formar um núcleo mais pesado e é a principal forma de geração de energia do Sol e demais estrelas. Geralmente ocorre entre dois átomos de hidrogênio para formar um de hélio, mas pode ocorrer entre hélio para formar carbono e etc, mas acaba dependendo de um temperatura absurdamente alta para ocorrer. 

A fusão nuclear já foi realizada na Terra através de testes com a Bomba de Hidrogênio, Bomba-H ou Tsar Bomb. Para ocorrer a fusão, é necessária uma temperatura de 100 milhões de graus Celsius e a única forma conhecida de alcançá-la é através da fissão nuclear. Ou seja, na Bomba de Hidrogênio a detonação do urânio é reduzida a mero estopim no processo da fusão. 

A recompensa é que a energia liberação é estupidamente maior que na fissão nuclear, porém essa energia descomunal é liberada instantaneamente, gerando o efeito de explosão. Até hoje, ninguém provou ser capaz de controlar esse volume de energia liberada (mais de 700 vezes a gerada por uma Bomba de Fissão).

Agora, as considerações sobre o experimento: ele precisaria de um poderoso invólucro magnético para conter tanta energia, já que nenhum material conhecido suportaria o contato direto com essa temperatura, derretendo o reator imediatamente e ocasionando uma grande explosão. 

Seria necessário um reator blindado com um campo magnético enorme e não uma vidraria envolta em papel alumínio. A reação nuclear entre hidrogênio e níquel é absolutamente improvável já que o núcleo de níquel está entre os mais estáveis conhecidos (difíceis de reagir nuclearmente).

A parte cômica fica para &quot;funciona a partir de fusão nuclear (não confundir com fissão nuclear, aquela que usa urânio radioativo, e é altamente perigosa, a fusão não tem nada a ver com isso)&quot;. Como não?? O próprio termo &quot;fusão a frio&quot; é inapropriado a priori visto as temperaturas alcançadas. 

Uma pequena estrela na Terra não seria perigoso?? Parece coisa de Hollywood ou de quadrinhos, realmente bisonho...

Concluindo, muitíssimo provavelmente não está ocorrendo fusão alguma. Talvez ele esteja com problemas na análise de reagentes e produtos, não esteja controlando bem a reação, podem ser vários problemas de ordem técnica ou esteja mesmo querendo alguns minutinhos de fama. 

O fato é que nada indica reação termonuclear trivial com urânio, quanto mais fusão nuclear. Ou ainda que a ciência atual esteja equivocada (remoto, mas ainda pode ser possível).

Carlos Vinícius, graduando em Química com Atribuições Tecnológicas - UFRJ</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, mesmo não sendo Químico nem Físico Nuclear gostaria de fazer alguns comentários para tentar evitar possível desinformação. Antecipando, não há motivo aparente para se falar em &#8220;revolução&#8221;, já que pelo esquema mostrado parece uma simples reação química. </p>
<p>Antes de falar do texto em si é importante prestar algumas informações químicas para contextualizar: esse níquel em pó provavelmente é um catalisador largamente utilizado pela indústria conhecido como &#8220;Níquel de Raney&#8221;. </p>
<p>É utilizado principalmente em reações de hidrogenação, seja de petróleo ou de óleos vegetais para fazer margarina (daí gordura vegetal hidrogenada). Geralmente essas reações liberam algum calor, que vai depender com quem está reagindo para liberar mais ou menos calor. Calor mesmo só por combustão.</p>
<p>O hidrogênio não é tão barato assim e pelo que se conhece vamos depender de petróleo sim, por um longo tempo ainda, pois a forma mais econômica de obtê-lo é através de &#8220;Reforma a Vapor&#8221;, onde ocorre a reação de metano (do petróleo) com água a altas temperaturas (e catalisado geralmente com&#8230; níquel!!) forma hidrogênio e gás carbônico. </p>
<p>Como em qualquer reação os reagentes SEMPRE são consumidos, não existe mágica: ocorre com o combustível do carro, com o alimento que ingerimos. As barras de urânio em reatores nucleares são semelhantes, embora a taxa de decaimento radioativo &#8211; não há reação nuclear &#8211; é relativamente lenta, gera produtos lentamente, mas libera enormes quantidades de energia.</p>
<p>Informações físicas: a fusão nuclear é uma reação entre dois núcleos para formar um núcleo mais pesado e é a principal forma de geração de energia do Sol e demais estrelas. Geralmente ocorre entre dois átomos de hidrogênio para formar um de hélio, mas pode ocorrer entre hélio para formar carbono e etc, mas acaba dependendo de um temperatura absurdamente alta para ocorrer. </p>
<p>A fusão nuclear já foi realizada na Terra através de testes com a Bomba de Hidrogênio, Bomba-H ou Tsar Bomb. Para ocorrer a fusão, é necessária uma temperatura de 100 milhões de graus Celsius e a única forma conhecida de alcançá-la é através da fissão nuclear. Ou seja, na Bomba de Hidrogênio a detonação do urânio é reduzida a mero estopim no processo da fusão. </p>
<p>A recompensa é que a energia liberação é estupidamente maior que na fissão nuclear, porém essa energia descomunal é liberada instantaneamente, gerando o efeito de explosão. Até hoje, ninguém provou ser capaz de controlar esse volume de energia liberada (mais de 700 vezes a gerada por uma Bomba de Fissão).</p>
<p>Agora, as considerações sobre o experimento: ele precisaria de um poderoso invólucro magnético para conter tanta energia, já que nenhum material conhecido suportaria o contato direto com essa temperatura, derretendo o reator imediatamente e ocasionando uma grande explosão. </p>
<p>Seria necessário um reator blindado com um campo magnético enorme e não uma vidraria envolta em papel alumínio. A reação nuclear entre hidrogênio e níquel é absolutamente improvável já que o núcleo de níquel está entre os mais estáveis conhecidos (difíceis de reagir nuclearmente).</p>
<p>A parte cômica fica para &#8220;funciona a partir de fusão nuclear (não confundir com fissão nuclear, aquela que usa urânio radioativo, e é altamente perigosa, a fusão não tem nada a ver com isso)&#8221;. Como não?? O próprio termo &#8220;fusão a frio&#8221; é inapropriado a priori visto as temperaturas alcançadas. </p>
<p>Uma pequena estrela na Terra não seria perigoso?? Parece coisa de Hollywood ou de quadrinhos, realmente bisonho&#8230;</p>
<p>Concluindo, muitíssimo provavelmente não está ocorrendo fusão alguma. Talvez ele esteja com problemas na análise de reagentes e produtos, não esteja controlando bem a reação, podem ser vários problemas de ordem técnica ou esteja mesmo querendo alguns minutinhos de fama. </p>
<p>O fato é que nada indica reação termonuclear trivial com urânio, quanto mais fusão nuclear. Ou ainda que a ciência atual esteja equivocada (remoto, mas ainda pode ser possível).</p>
<p>Carlos Vinícius, graduando em Química com Atribuições Tecnológicas &#8211; UFRJ</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma Tecnologia Vai Mudar o Mundo Em Breve: Fusão a Frio (Cold Fusion) por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/10/04/2011/uma-tecnologia-vai-mudar-o-mundo-em-breve-fusao-a-frio-cold-fusion/comment-page-1/#comment-1423</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 18:10:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=797#comment-1423</guid>
		<description>Fique à vontade, será uma grande e bem-vinda colaboração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fique à vontade, será uma grande e bem-vinda colaboração.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma Tecnologia Vai Mudar o Mundo Em Breve: Fusão a Frio (Cold Fusion) por Carlos</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/10/04/2011/uma-tecnologia-vai-mudar-o-mundo-em-breve-fusao-a-frio-cold-fusion/comment-page-1/#comment-1422</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 14:39:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=797#comment-1422</guid>
		<description>Por favor ignore o texto anterior, vou postar aqui mesmo. Tem alguns artigos bem razoáveis na Wikipedia que corroboram algumas afirmações que fiz. Muito obrigado, abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por favor ignore o texto anterior, vou postar aqui mesmo. Tem alguns artigos bem razoáveis na Wikipedia que corroboram algumas afirmações que fiz. Muito obrigado, abraço.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma Tecnologia Vai Mudar o Mundo Em Breve: Fusão a Frio (Cold Fusion) por Carlos</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/10/04/2011/uma-tecnologia-vai-mudar-o-mundo-em-breve-fusao-a-frio-cold-fusion/comment-page-1/#comment-1421</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 13:25:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=797#comment-1421</guid>
		<description>Olá Roberto, gostaria de fazer alguns cometários sobre a matéria, mas ficaram tão extensos quanto a mesma. Gostaria de enviá-las diretamente a você, como posso fazer?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Roberto, gostaria de fazer alguns cometários sobre a matéria, mas ficaram tão extensos quanto a mesma. Gostaria de enviá-las diretamente a você, como posso fazer?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Desafio do Pré-Sal e A Saga da Indústria Brasileira por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/10/04/2011/o-desafio-do-pre-sal-e-a-saga-da-industria-brasileira/comment-page-1/#comment-1419</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 20:58:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=792#comment-1419</guid>
		<description>Pelo Marcos S.:

Pelos números, dá para se ter uma idéia da grandeza da Petrobras.

Seu orçamento é incomparavelmente maior que o da NASA (orgulho americano), mas as semelhanças param por aí…

O texto chama mais a atenção para a falta de qualificação (tecnológica) nacional e mostra (ao seu final) os passos a serem seguidos para sanar o problema.

E existe também outro problema oculto que ninguém nunca se lembra.

O texto fala em riquezas (investimentos) incalculáveis (US$ 1 trilhão = 1/2 PIB nacional) a serem investidos no pré-sal e toda essa riqueza será “enterrada”, ou melhor, submersa sem nenhuma segurança.

Serão recursos de toda uma nação colocados a quilômetros da costa sem a mínima infra-estrutura (compatível) de DEFESA para guardá-los.

Como se não bastasse, então teremos os Trilhões (em barris) somados ao Trilhão (em investimento) guardados por poucos Milhões (de armamento da década de 70).

A técnica brasileira será a iraquiana ao sair do KUWAIT?

Atear fogo a tudo ao ser expulsa do pré-sal?

O TEMPO IRÁ DIZER…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo Marcos S.:</p>
<p>Pelos números, dá para se ter uma idéia da grandeza da Petrobras.</p>
<p>Seu orçamento é incomparavelmente maior que o da NASA (orgulho americano), mas as semelhanças param por aí…</p>
<p>O texto chama mais a atenção para a falta de qualificação (tecnológica) nacional e mostra (ao seu final) os passos a serem seguidos para sanar o problema.</p>
<p>E existe também outro problema oculto que ninguém nunca se lembra.</p>
<p>O texto fala em riquezas (investimentos) incalculáveis (US$ 1 trilhão = 1/2 PIB nacional) a serem investidos no pré-sal e toda essa riqueza será “enterrada”, ou melhor, submersa sem nenhuma segurança.</p>
<p>Serão recursos de toda uma nação colocados a quilômetros da costa sem a mínima infra-estrutura (compatível) de DEFESA para guardá-los.</p>
<p>Como se não bastasse, então teremos os Trilhões (em barris) somados ao Trilhão (em investimento) guardados por poucos Milhões (de armamento da década de 70).</p>
<p>A técnica brasileira será a iraquiana ao sair do KUWAIT?</p>
<p>Atear fogo a tudo ao ser expulsa do pré-sal?</p>
<p>O TEMPO IRÁ DIZER…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Braskem Produzirá Petroquímicos no Comperj e Com Gás do Pré-Sal por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/01/04/2011/braskem-produzira-petroquimicos-no-comperj-e-com-gas-do-pre-sal/comment-page-1/#comment-1418</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 18:19:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=773#comment-1418</guid>
		<description>Essa leitura de nosso desafio também é muito importante.

&lt;strong&gt;O Desafio Industrial do Pré-Sal&lt;/strong&gt;

O Estado de S.Paulo/Norman Gall - 28/03/2011

O Brasil é hoje o maior mercado do mundo para bens e serviços do setor petrolífero em alto-mar. Petrobrás é a maior compradora. Entretanto, a escala, o custo e a complexidade dessas necessidades desafiam a indústria brasileira na procura de maiores negócios.

Alguns consultores acreditam que a Petrobrás poderá gastar US$ 1 trilhão nos próximos anos, em investimentos e custos operacionais de projetos em águas profundas, valor equivalente à metade do Produto Interno Bruto (PIB) de 2010, no maior empreendimento industrial da história do Brasil. Os gastos anuais de capital da Petrobrás nesta década, mais de US$ 45 bilhões, são muito mais do que o orçamento anual da Nasa nos anos 60, em dólares atualizados, quando os Estados Unidos se preparavam para enviar um homem à Lua. Poucas agências governamentais no mundo podem igualar em escala e alcance esse volume de contratos.

Segundo o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, a estatal absorve 10% dos investimentos em capital fixo bruto do Brasil. A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), uma associação público/privada, estima que os gastos de capital para o setor de petróleo e gás, em 2009-2012, totalizarão US$ 147 bilhões, ou 60% de todos os investimentos industriais do Brasil.

A Petrobrás foi pioneira na padronização de equipamento submarino para a produção de peças intercambiáveis entre os fabricantes, reduzindo o tempo necessário para as instalações e os reparos por navios especializados que cobram aluguéis diários de US$ 200 mil.

Mas Gabrielli advertiu: &quot;O grande estrangulamento e o risco no desenvolvimento do pré-sal estão na incapacidade dos fabricantes de fornecer navios, equipamentos e máquinas a tempo e a um custo razoável. Quando falo de equipamentos, refiro-me a milhares de sistemas, alguns críticos&quot;.

A indústria petrolífera sempre foi arriscada, tanto em termos físicos quanto financeiros, mas muito menos quando as companhias conseguem a integração vertical, controlando o fluxo da produção, transportes, refino e marketing.

A Standard Oil Trust, de John D. Rockefeller, conseguiu a integração nos primeiros anos de existência do setor, assim como as maiores companhias - Exxon, Shell e algumas outras - até que a revolução da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) nos anos 70, reduziu o controle delas sobre as reservas.

Com suas descobertas em alto-mar, desde a década de 70, a Petrobrás agora é a companhia petrolífera mais altamente integrada do mundo, com o domínio do seu grande mercado nacional, com o apoio do governo e com acesso privilegiado a grandes reservas em águas profundas nas Bacias de Campos e Santos, enfrentando muitas dificuldades técnicas.

Em 2009, a Petrobrás dominava o mercado mundial em sistemas de produção flutuantes em águas profundas, na maior parte superpetroleiros adaptados para receber, armazenar e descarregar petróleo e gás extraídos do leito marinho, com 23 dos 49 sistemas flutuantes operando no mundo todo, e 10 das 17 plataformas de produção semissubmersíveis usadas globalmente. Em 2020, as operações da Petrobrás absorverão mais 58 plataformas de perfuração (que custam mais de US$ 600 milhões cada uma), 45 novas plataformas de produção e 309 superpetroleiros e barcos de apoio.

As encomendas de plataformas de perfuração podem ser um negócio especulativo, com aluguéis que custam em média US$ 500 mil ao dia e com prazos de quatro anos entre encomenda e entrega pelos estaleiros. Nos anos de expansão, &quot;os proprietários de sondas continuam encomendando, mesmo quando os fundamentos da economia sugerem que poderá haver excesso de construção&quot;, afirma Steven Kopits da Douglas-Westwood, uma consultoria de petróleo. &quot;Quase todas encomendadas nos tempos de fartura são entregues depois que a recessão se instala.&quot;

Embora a Petrobrás domine seu mercado, a escala e a complexidade das operações em águas profundas envolvem um setor povoado por milhares de fornecedoras, entre as gigantes multinacionais que oferecem serviços para a exploração do petróleo, como a Schlumberger e a Halliburton, e pequenas companhias que ocupam nichos tecnológicos. Outras fornecem barcos de apoio e outras provêem serviços de hotelaria e alimentação para os trabalhadores que ficam durante semanas seguidas nas plataformas de perfuração. Os equipamentos e os serviços tecnologicamente mais avançados são fornecidos por poucas multinacionais que controlam 90% do mercado. A maioria delas criou subsidiárias locais, comprou ou formou parcerias com companhias brasileiras, para aderir às regras de conteúdo local.

Quando a indústria petrolífera mundial migrava para águas profundas, os desafios tecnológicos levaram a Petrobrás e suas principais fornecedoras a buscar a inovação. As multinacionais mais fortes - como Schlumberger, GE, Baker Hughes e FMC - montaram laboratórios perto de Campos, o centro de pesquisas da Petrobrás no Rio.

O universo do petróleo de águas profundas é habitado por sistemas de máquinas e instalações colossais, projetadas com graus rigorosos de tolerância, para permitir a operação contínua nas variadas temperaturas e pressões das profundezas oceânicas ao longo de décadas.

Gigantescos navios especializados, com guindastes com capacidade de levantar dez mil toneladas, transportam enormes submontagens entre os estaleiros e as fábricas em diferentes continentes. Instalam centenas de quilômetros de tubos flexíveis (risers), dutos e fiação elétrica protegida por material isolante para conectar plataformas de perfuração e de produção com instalações exóticas a milhares de metros no fundo marinho.

Em alguns casos, fazer flutuar um enorme componente para o lugar da montagem é mais caro do que sua fabricação, com aluguéis de navios de construção em águas profundas que custam US$ 500 mil ao dia.

Uma árvore de Natal no fundo do mar, o complexo de válvulas e instrumentos eletrônicos usados para controlar os fluxos dos poços, pode pesar 30 toneladas; um coletor, 200 toneladas. Âncoras de sucção instaladas uma ao lado da outra no leito marinho podem pesar 160 toneladas cada uma com a altura de um pequeno prédio de apartamentos. A inspeção e o reparo de equipamento submarino são feitos por grandes robôs guardados em garagens no leito do mar. A Petrobrás foi a pioneira no uso de novos materiais para a fabricação de tubos e outros componentes mais leves e mais duráveis.

A consultora Booz &amp; Company, em um estudo para a Onip, adverte que, embora a indústria brasileira seja diversificada, participa pouco no fornecimento de bens de capital usados em alto-mar. A Booz concluiu que as fornecedoras brasileiras poderiam ser competitivas em serviços de estaleiros, sistemas elétricos, engenharia básica, suporte logístico de operações em alto mar em construção e montagem de grandes sistemas e módulos.

As construtoras Camargo Corrêa e Queiroz Galvão operam o estaleiro Atlântico Sul no Porto de Suape, em Pernambuco, em parceria com a Samsung Heavy Industries da Coreia, a líder mundial em plataformas para águas profundas. Os custos nos estaleiros brasileiros são quase o dobro dos da Coreia, que se aproveitam de mão de obra especializada, produção em série, economias de escala e de uma melhor organização.

A Petrobrás recebeu propostas de estaleiros brasileiros para 28 sondas a serem entregues até 2017, mas aceitou apenas uma oferta para sete navios de perfuração por um custo total de US$ 4,65 bilhões da Atlântico Sul. E recusou outras ofertas porque seu custo era 20% acima dos preços internacionais.

Em 2011, a Petrobrás aguarda a entrega de nove sondas alugadas, quatro delas capazes de perfurar à profundidades oceânicas de 3 mil metros. Também criou um novo holding, a SETE Brasil, para a compra de plataformas para leasing à Petrobrás, com 10% de participação da mesma Petrobrás, com o resto do capital vindo de fundos de pensão do governo e de investidores institucionais estrangeiros, como uma maneira de manter as sondas fora do balanço patrimonial da Petrobrás. Almir Barbassa, diretor financeiro da Petrobrás, disse que essas operações precisariam de &quot;cerca de US$ 20 bilhões&quot;, com 20% a 30% em capital dos acionistas e o restante em empréstimos.

Segundo a Booz, as necessidades da Petrobrás são imensas. Para financiar a exploração e o desenvolvimento em águas profundas, nos próximos anos, a Petrobrás deverá encomendar 330 geradores à turbina, 610 mil válvulas, 10 mil quilômetros de cabos elétricos submarinos (umbilicais), 17 mil quilômetros de tubos flexíveis (risers), 4,8 milhões de toneladas de aço, milhares de peças de complexos equipamentos submarinos, 68 milhões de homens-hora de engenharia e um bilhão de horas de trabalho para a construção e montagem.

Na década de 1998-2007, a Petrobrás pagou aproximadamente US$ 200 bilhões a cerca de 18 mil fornecedoras e empreiteiras. Desde a década de 60, a Petrobrás tentou desenvolver fornecedoras. Esse esforço se tornou mais urgente na década de 80 &quot;por falta de alternativas&quot;, disse Alberto Machado Neto, que dirigiu o setor de suprimentos da Petrobrás durante duas décadas e agora leciona na Fundação Getúlio Vargas. &quot;Quando os preços mundiais do petróleo caíram, nos anos 80, muitas fornecedoras internacionais se fundiram e nós tivemos sérias dificuldades pela falta de concorrência. A Petrobrás lançou o Procap, um programa de desenvolvimento de empresas de tecnologia de sistemas de produção brasileiras. Uma nova fornecedora brasileira, a Flexibrás, associou-se a uma empresa francesa para a produção de linhas flexíveis.&quot;

Outra empresa local, a CBV, começou produzindo árvores de Natal antes de ser comprada pela multinacional FMC, que agora tem 400 engenheiros no Brasil. É pioneira no desenvolvimento de sistemas submarinos de separação de petróleo e gás no Brasil e no Golfo do México.

Segundo o estudo da Booz, as fornecedoras brasileiras afirmam que sua competitividade é comprometida por impostos e juros altos, pela falta de técnicos, por infraestrutura ruim e escassez de crédito a longo prazo. Elas realizam pouca pesquisa de produtos, exportam pouco e continuam dependentes da Petrobrás. Suas fábricas trabalham em geral em um turno único, o que as deixa com excesso de capacidade que poderia ser explorada para que se tornassem competitivas. Será difícil para elas competir em breve em atividades de alta tecnologia, como sondagens sísmicas, equipamentos e serviços de perfuração, fabricação de geradores à turbina e medidas e controle de automação.

Ao todo, os custos no Brasil são 55% superiores aos preços mundiais para equipamentos comparáveis, e muito mais altos em alguns casos, sem poderem oferecer sistemas críticos de alta tecnologia. Com uma escassez de profissionais qualificados, as empresas de engenharia usam até seis vezes mais homens-hora do que as firmas estrangeiras que realizam projetos semelhantes.

Neste momento, a Petrobrás pede à Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) que convença os fabricantes estrangeiros a montarem suas operações no Brasil, principalmente associando-se às empresas locais. Essa estratégia é diferente da adotada na Noruega, Grã-Bretanha, Coreia e Estados Unidos no desenvolvimento de empresas industriais para atividades offshore.

O nível muito fraco do ensino básico, público e privado, fazem com que o Brasil tenha escassez de mão de obra especializada, o que impede a adoção das estratégias dos países avançados.

Os clusters do Mar do Norte. No final dos anos 60, tanto Stavanger (na Noruega) quanto Aberdeen (na Escócia) eram antigos portos pesqueiros com estaleiros, antes da descoberta de petróleo no Mar do Norte, o que permitiu que se tornassem os principais centros de suporte da exploração e produção no mar. Buscando benefícios em longo prazo do petróleo, o governo da Noruega criou a Statoil, a estatal sediada em Stavanger, bem como uma universidade dedicada aos estudos petrolíferos, e infraestruturas para atrair companhias e profissionais estrangeiros: escritórios e locais de armazenamento, hotéis, campos de golfe e escolas internacionais.

Buscando os retornos da produção petrolífera para superar déficits nos seus pagamentos internacionais, o governo britânico estava menos interessado em desenvolver fornecedoras. Mas a presença de duas de suas maiores companhias petrolíferas, Shell e BP, permitiu que Aberdeen atraísse muitas companhias de serviços e suprimentos. Com o declínio da produção de petróleo no Mar do Norte, companhias norueguesas e britânicas agora são ativas no Brasil.

Coreia. Sem recursos próprios de petróleo, mas beneficiando-se dos investimentos em educação pública e do apoio financeiro do governo para seus três grandes conglomerados - Hyundai, Samsung e Daewoo -, a Coreia criou cinco dos seis maiores estaleiros mundiais, aumentando sua participação na construção naval de 1%, em 1975, para 39% em 2000. Esses chaebols criaram parcerias para a construção de navios para perfuração e plataformas no Brasil.

Golfo do México (Estados Unidos). Durante a maior parte das três décadas após a 2.ª Guerra, praticamente toda a demanda mundial para instalações no mar foi atendida por estaleiros e fábricas ao longo da costa do Golfo do México. Duas companhias, Brown &amp; Root e McDermott, dominavam na construção de plataformas em alto-mar, mas surgiram muitas empresas pequenas que continuam em operação até hoje. Entretanto, o colapso dos preços do petróleo na década de 80, com muitas falências e fusões de empresas no Golfo, provocou o fechamento de vários estaleiros e a transferência para a Ásia da construção de navios de perfuração em alto mar.

O relatório da Booz contém recomendações para que as fornecedoras brasileiras possam tornar-se internacionalmente competitivas. Entre as mais importantes estão:

1. A recuperação de empresas de engenharia básica ao redor de duas ou três das principais firmas, com acesso a capital, com possibilidade de recrutamento de especialistas estrangeiros e de compra de empresas estrangeiras, para ganhar capacidade em desenvolver soluções para inovação e fortalecimento da cadeia brasileira de fornecedoras.

2. O fortalecimento do ensino básico e o treinamento técnico da força de trabalho.

3. A concentração de clusters de produção em localidades estratégicas, acabando com a dispersão provocada pela influência política.

4. A criação de institutos de tecnologia do petróleo com financiamento obrigatório da renda petrolífera, formando clusters intimamente ligados à indústria.

5. A simplificação e o aumento da transparência das regras locais.

6. Aumento dos incentivos para a exportação de bens e serviços e o fortalecimento dos vínculos com companhias globais.

TRADUÇÃO ANNA CAPOVILLA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa leitura de nosso desafio também é muito importante.</p>
<p><strong>O Desafio Industrial do Pré-Sal</strong></p>
<p>O Estado de S.Paulo/Norman Gall &#8211; 28/03/2011</p>
<p>O Brasil é hoje o maior mercado do mundo para bens e serviços do setor petrolífero em alto-mar. Petrobrás é a maior compradora. Entretanto, a escala, o custo e a complexidade dessas necessidades desafiam a indústria brasileira na procura de maiores negócios.</p>
<p>Alguns consultores acreditam que a Petrobrás poderá gastar US$ 1 trilhão nos próximos anos, em investimentos e custos operacionais de projetos em águas profundas, valor equivalente à metade do Produto Interno Bruto (PIB) de 2010, no maior empreendimento industrial da história do Brasil. Os gastos anuais de capital da Petrobrás nesta década, mais de US$ 45 bilhões, são muito mais do que o orçamento anual da Nasa nos anos 60, em dólares atualizados, quando os Estados Unidos se preparavam para enviar um homem à Lua. Poucas agências governamentais no mundo podem igualar em escala e alcance esse volume de contratos.</p>
<p>Segundo o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, a estatal absorve 10% dos investimentos em capital fixo bruto do Brasil. A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), uma associação público/privada, estima que os gastos de capital para o setor de petróleo e gás, em 2009-2012, totalizarão US$ 147 bilhões, ou 60% de todos os investimentos industriais do Brasil.</p>
<p>A Petrobrás foi pioneira na padronização de equipamento submarino para a produção de peças intercambiáveis entre os fabricantes, reduzindo o tempo necessário para as instalações e os reparos por navios especializados que cobram aluguéis diários de US$ 200 mil.</p>
<p>Mas Gabrielli advertiu: &#8220;O grande estrangulamento e o risco no desenvolvimento do pré-sal estão na incapacidade dos fabricantes de fornecer navios, equipamentos e máquinas a tempo e a um custo razoável. Quando falo de equipamentos, refiro-me a milhares de sistemas, alguns críticos&#8221;.</p>
<p>A indústria petrolífera sempre foi arriscada, tanto em termos físicos quanto financeiros, mas muito menos quando as companhias conseguem a integração vertical, controlando o fluxo da produção, transportes, refino e marketing.</p>
<p>A Standard Oil Trust, de John D. Rockefeller, conseguiu a integração nos primeiros anos de existência do setor, assim como as maiores companhias &#8211; Exxon, Shell e algumas outras &#8211; até que a revolução da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) nos anos 70, reduziu o controle delas sobre as reservas.</p>
<p>Com suas descobertas em alto-mar, desde a década de 70, a Petrobrás agora é a companhia petrolífera mais altamente integrada do mundo, com o domínio do seu grande mercado nacional, com o apoio do governo e com acesso privilegiado a grandes reservas em águas profundas nas Bacias de Campos e Santos, enfrentando muitas dificuldades técnicas.</p>
<p>Em 2009, a Petrobrás dominava o mercado mundial em sistemas de produção flutuantes em águas profundas, na maior parte superpetroleiros adaptados para receber, armazenar e descarregar petróleo e gás extraídos do leito marinho, com 23 dos 49 sistemas flutuantes operando no mundo todo, e 10 das 17 plataformas de produção semissubmersíveis usadas globalmente. Em 2020, as operações da Petrobrás absorverão mais 58 plataformas de perfuração (que custam mais de US$ 600 milhões cada uma), 45 novas plataformas de produção e 309 superpetroleiros e barcos de apoio.</p>
<p>As encomendas de plataformas de perfuração podem ser um negócio especulativo, com aluguéis que custam em média US$ 500 mil ao dia e com prazos de quatro anos entre encomenda e entrega pelos estaleiros. Nos anos de expansão, &#8220;os proprietários de sondas continuam encomendando, mesmo quando os fundamentos da economia sugerem que poderá haver excesso de construção&#8221;, afirma Steven Kopits da Douglas-Westwood, uma consultoria de petróleo. &#8220;Quase todas encomendadas nos tempos de fartura são entregues depois que a recessão se instala.&#8221;</p>
<p>Embora a Petrobrás domine seu mercado, a escala e a complexidade das operações em águas profundas envolvem um setor povoado por milhares de fornecedoras, entre as gigantes multinacionais que oferecem serviços para a exploração do petróleo, como a Schlumberger e a Halliburton, e pequenas companhias que ocupam nichos tecnológicos. Outras fornecem barcos de apoio e outras provêem serviços de hotelaria e alimentação para os trabalhadores que ficam durante semanas seguidas nas plataformas de perfuração. Os equipamentos e os serviços tecnologicamente mais avançados são fornecidos por poucas multinacionais que controlam 90% do mercado. A maioria delas criou subsidiárias locais, comprou ou formou parcerias com companhias brasileiras, para aderir às regras de conteúdo local.</p>
<p>Quando a indústria petrolífera mundial migrava para águas profundas, os desafios tecnológicos levaram a Petrobrás e suas principais fornecedoras a buscar a inovação. As multinacionais mais fortes &#8211; como Schlumberger, GE, Baker Hughes e FMC &#8211; montaram laboratórios perto de Campos, o centro de pesquisas da Petrobrás no Rio.</p>
<p>O universo do petróleo de águas profundas é habitado por sistemas de máquinas e instalações colossais, projetadas com graus rigorosos de tolerância, para permitir a operação contínua nas variadas temperaturas e pressões das profundezas oceânicas ao longo de décadas.</p>
<p>Gigantescos navios especializados, com guindastes com capacidade de levantar dez mil toneladas, transportam enormes submontagens entre os estaleiros e as fábricas em diferentes continentes. Instalam centenas de quilômetros de tubos flexíveis (risers), dutos e fiação elétrica protegida por material isolante para conectar plataformas de perfuração e de produção com instalações exóticas a milhares de metros no fundo marinho.</p>
<p>Em alguns casos, fazer flutuar um enorme componente para o lugar da montagem é mais caro do que sua fabricação, com aluguéis de navios de construção em águas profundas que custam US$ 500 mil ao dia.</p>
<p>Uma árvore de Natal no fundo do mar, o complexo de válvulas e instrumentos eletrônicos usados para controlar os fluxos dos poços, pode pesar 30 toneladas; um coletor, 200 toneladas. Âncoras de sucção instaladas uma ao lado da outra no leito marinho podem pesar 160 toneladas cada uma com a altura de um pequeno prédio de apartamentos. A inspeção e o reparo de equipamento submarino são feitos por grandes robôs guardados em garagens no leito do mar. A Petrobrás foi a pioneira no uso de novos materiais para a fabricação de tubos e outros componentes mais leves e mais duráveis.</p>
<p>A consultora Booz &#038; Company, em um estudo para a Onip, adverte que, embora a indústria brasileira seja diversificada, participa pouco no fornecimento de bens de capital usados em alto-mar. A Booz concluiu que as fornecedoras brasileiras poderiam ser competitivas em serviços de estaleiros, sistemas elétricos, engenharia básica, suporte logístico de operações em alto mar em construção e montagem de grandes sistemas e módulos.</p>
<p>As construtoras Camargo Corrêa e Queiroz Galvão operam o estaleiro Atlântico Sul no Porto de Suape, em Pernambuco, em parceria com a Samsung Heavy Industries da Coreia, a líder mundial em plataformas para águas profundas. Os custos nos estaleiros brasileiros são quase o dobro dos da Coreia, que se aproveitam de mão de obra especializada, produção em série, economias de escala e de uma melhor organização.</p>
<p>A Petrobrás recebeu propostas de estaleiros brasileiros para 28 sondas a serem entregues até 2017, mas aceitou apenas uma oferta para sete navios de perfuração por um custo total de US$ 4,65 bilhões da Atlântico Sul. E recusou outras ofertas porque seu custo era 20% acima dos preços internacionais.</p>
<p>Em 2011, a Petrobrás aguarda a entrega de nove sondas alugadas, quatro delas capazes de perfurar à profundidades oceânicas de 3 mil metros. Também criou um novo holding, a SETE Brasil, para a compra de plataformas para leasing à Petrobrás, com 10% de participação da mesma Petrobrás, com o resto do capital vindo de fundos de pensão do governo e de investidores institucionais estrangeiros, como uma maneira de manter as sondas fora do balanço patrimonial da Petrobrás. Almir Barbassa, diretor financeiro da Petrobrás, disse que essas operações precisariam de &#8220;cerca de US$ 20 bilhões&#8221;, com 20% a 30% em capital dos acionistas e o restante em empréstimos.</p>
<p>Segundo a Booz, as necessidades da Petrobrás são imensas. Para financiar a exploração e o desenvolvimento em águas profundas, nos próximos anos, a Petrobrás deverá encomendar 330 geradores à turbina, 610 mil válvulas, 10 mil quilômetros de cabos elétricos submarinos (umbilicais), 17 mil quilômetros de tubos flexíveis (risers), 4,8 milhões de toneladas de aço, milhares de peças de complexos equipamentos submarinos, 68 milhões de homens-hora de engenharia e um bilhão de horas de trabalho para a construção e montagem.</p>
<p>Na década de 1998-2007, a Petrobrás pagou aproximadamente US$ 200 bilhões a cerca de 18 mil fornecedoras e empreiteiras. Desde a década de 60, a Petrobrás tentou desenvolver fornecedoras. Esse esforço se tornou mais urgente na década de 80 &#8220;por falta de alternativas&#8221;, disse Alberto Machado Neto, que dirigiu o setor de suprimentos da Petrobrás durante duas décadas e agora leciona na Fundação Getúlio Vargas. &#8220;Quando os preços mundiais do petróleo caíram, nos anos 80, muitas fornecedoras internacionais se fundiram e nós tivemos sérias dificuldades pela falta de concorrência. A Petrobrás lançou o Procap, um programa de desenvolvimento de empresas de tecnologia de sistemas de produção brasileiras. Uma nova fornecedora brasileira, a Flexibrás, associou-se a uma empresa francesa para a produção de linhas flexíveis.&#8221;</p>
<p>Outra empresa local, a CBV, começou produzindo árvores de Natal antes de ser comprada pela multinacional FMC, que agora tem 400 engenheiros no Brasil. É pioneira no desenvolvimento de sistemas submarinos de separação de petróleo e gás no Brasil e no Golfo do México.</p>
<p>Segundo o estudo da Booz, as fornecedoras brasileiras afirmam que sua competitividade é comprometida por impostos e juros altos, pela falta de técnicos, por infraestrutura ruim e escassez de crédito a longo prazo. Elas realizam pouca pesquisa de produtos, exportam pouco e continuam dependentes da Petrobrás. Suas fábricas trabalham em geral em um turno único, o que as deixa com excesso de capacidade que poderia ser explorada para que se tornassem competitivas. Será difícil para elas competir em breve em atividades de alta tecnologia, como sondagens sísmicas, equipamentos e serviços de perfuração, fabricação de geradores à turbina e medidas e controle de automação.</p>
<p>Ao todo, os custos no Brasil são 55% superiores aos preços mundiais para equipamentos comparáveis, e muito mais altos em alguns casos, sem poderem oferecer sistemas críticos de alta tecnologia. Com uma escassez de profissionais qualificados, as empresas de engenharia usam até seis vezes mais homens-hora do que as firmas estrangeiras que realizam projetos semelhantes.</p>
<p>Neste momento, a Petrobrás pede à Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) que convença os fabricantes estrangeiros a montarem suas operações no Brasil, principalmente associando-se às empresas locais. Essa estratégia é diferente da adotada na Noruega, Grã-Bretanha, Coreia e Estados Unidos no desenvolvimento de empresas industriais para atividades offshore.</p>
<p>O nível muito fraco do ensino básico, público e privado, fazem com que o Brasil tenha escassez de mão de obra especializada, o que impede a adoção das estratégias dos países avançados.</p>
<p>Os clusters do Mar do Norte. No final dos anos 60, tanto Stavanger (na Noruega) quanto Aberdeen (na Escócia) eram antigos portos pesqueiros com estaleiros, antes da descoberta de petróleo no Mar do Norte, o que permitiu que se tornassem os principais centros de suporte da exploração e produção no mar. Buscando benefícios em longo prazo do petróleo, o governo da Noruega criou a Statoil, a estatal sediada em Stavanger, bem como uma universidade dedicada aos estudos petrolíferos, e infraestruturas para atrair companhias e profissionais estrangeiros: escritórios e locais de armazenamento, hotéis, campos de golfe e escolas internacionais.</p>
<p>Buscando os retornos da produção petrolífera para superar déficits nos seus pagamentos internacionais, o governo britânico estava menos interessado em desenvolver fornecedoras. Mas a presença de duas de suas maiores companhias petrolíferas, Shell e BP, permitiu que Aberdeen atraísse muitas companhias de serviços e suprimentos. Com o declínio da produção de petróleo no Mar do Norte, companhias norueguesas e britânicas agora são ativas no Brasil.</p>
<p>Coreia. Sem recursos próprios de petróleo, mas beneficiando-se dos investimentos em educação pública e do apoio financeiro do governo para seus três grandes conglomerados &#8211; Hyundai, Samsung e Daewoo -, a Coreia criou cinco dos seis maiores estaleiros mundiais, aumentando sua participação na construção naval de 1%, em 1975, para 39% em 2000. Esses chaebols criaram parcerias para a construção de navios para perfuração e plataformas no Brasil.</p>
<p>Golfo do México (Estados Unidos). Durante a maior parte das três décadas após a 2.ª Guerra, praticamente toda a demanda mundial para instalações no mar foi atendida por estaleiros e fábricas ao longo da costa do Golfo do México. Duas companhias, Brown &#038; Root e McDermott, dominavam na construção de plataformas em alto-mar, mas surgiram muitas empresas pequenas que continuam em operação até hoje. Entretanto, o colapso dos preços do petróleo na década de 80, com muitas falências e fusões de empresas no Golfo, provocou o fechamento de vários estaleiros e a transferência para a Ásia da construção de navios de perfuração em alto mar.</p>
<p>O relatório da Booz contém recomendações para que as fornecedoras brasileiras possam tornar-se internacionalmente competitivas. Entre as mais importantes estão:</p>
<p>1. A recuperação de empresas de engenharia básica ao redor de duas ou três das principais firmas, com acesso a capital, com possibilidade de recrutamento de especialistas estrangeiros e de compra de empresas estrangeiras, para ganhar capacidade em desenvolver soluções para inovação e fortalecimento da cadeia brasileira de fornecedoras.</p>
<p>2. O fortalecimento do ensino básico e o treinamento técnico da força de trabalho.</p>
<p>3. A concentração de clusters de produção em localidades estratégicas, acabando com a dispersão provocada pela influência política.</p>
<p>4. A criação de institutos de tecnologia do petróleo com financiamento obrigatório da renda petrolífera, formando clusters intimamente ligados à indústria.</p>
<p>5. A simplificação e o aumento da transparência das regras locais.</p>
<p>6. Aumento dos incentivos para a exportação de bens e serviços e o fortalecimento dos vínculos com companhias globais.</p>
<p>TRADUÇÃO ANNA CAPOVILLA</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Cobrança de Royalties é Excessiva, Diz Vale por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/11/03/2011/cobranca-de-royalties-e-excessiva-diz-vale/comment-page-1/#comment-1412</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 02:08:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=740#comment-1412</guid>
		<description>Este será outro erro, vender petróleo sem beneficiamento concreto nas refinarias e melhor, nos complexos petroquímicos, agregando valor em até 40 vezes o preço de um mero barril. Lula tinha essa visão. E Dilma? Só presidentes decidem?

__________________ 


&lt;strong&gt;Obama discutirá importação de petróleo com Dilma
&lt;/strong&gt;
Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em Washington

O presidente americano deve permanecer no Brasil por dois dias

O presidente americano, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que, em meio à crise em países no norte da África e no Oriente Médio, os Estados Unidos pretendem fortalecer as relações com outras nações produtoras de petróleo, e este será um dos temas discutidos em sua visita ao Brasil, na próxima semana.

Segundo Obama, os Estados Unidos estão cientes da necessidade de explorar novas fronteiras de produção de petróleo, reduzir a dependência de importações e diversificar fornecedores.

&quot;No que diz respeito à importação de petróleo, nós estamos fortalecendo nossas relações-chave com outras nações produtoras. Isso é algo que vou discutir com a presidente Dilma Rousseff&quot;, afirmou.

O pronunciamento do presidente americano ocorre em um momento em que o petróleo atinge preços recordes, devido à crise na Líbia e em outros países produtores.

Interesse

Obama chega ao Brasil no próximo sábado para uma visita de dois dias que inclui Brasília e Rio de Janeiro. A viagem é a primeira do presidente à América do Sul e inclui também Chile e El Salvador.

O interesse americano no potencial energético do Brasil, elevado com as recentes descobertas de petróleo na camada do pré-sal, deve ser um dos temas na agenda de Obama e Dilma.

No mês passado, em visita a Washington, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, já havia dito que os Estados Unidos têm interesse em importar petróleo do Brasil no futuro.

&quot;Foi mencionado, a título especulativo, que o Brasil pode se converter em um importante exportador de petróleo para os Estados Unidos no futuro, a partir de suas reservas do pré-sal&quot;, disse Patriota na ocasião, ao relatar reuniões que manteve com autoridades americanas.

Em seu pronunciamento, Obama disse que a comunidade internacional está preparada para enfrentar falhas no fornecimento de petróleo.

&quot;Outras nações produtoras se comprometeram a preencher qualquer lacuna. E nós vamos continuar a nos articular de maneira próxima com nossos parceiros internacionais para manter todas as opções sobre a mesa no que diz respeito a interrrupções de fornecimento&quot;, disse.

O presidente disse ainda que, caso seja necessário, os Estados Unidos estão preparados para usar suas reservas estratégicas de petróleo.


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110311_obama_petroleo_ac_rc.shtml</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este será outro erro, vender petróleo sem beneficiamento concreto nas refinarias e melhor, nos complexos petroquímicos, agregando valor em até 40 vezes o preço de um mero barril. Lula tinha essa visão. E Dilma? Só presidentes decidem?</p>
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<p><strong>Obama discutirá importação de petróleo com Dilma<br />
</strong><br />
Alessandra Corrêa<br />
Da BBC Brasil em Washington</p>
<p>O presidente americano deve permanecer no Brasil por dois dias</p>
<p>O presidente americano, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que, em meio à crise em países no norte da África e no Oriente Médio, os Estados Unidos pretendem fortalecer as relações com outras nações produtoras de petróleo, e este será um dos temas discutidos em sua visita ao Brasil, na próxima semana.</p>
<p>Segundo Obama, os Estados Unidos estão cientes da necessidade de explorar novas fronteiras de produção de petróleo, reduzir a dependência de importações e diversificar fornecedores.</p>
<p>&#8220;No que diz respeito à importação de petróleo, nós estamos fortalecendo nossas relações-chave com outras nações produtoras. Isso é algo que vou discutir com a presidente Dilma Rousseff&#8221;, afirmou.</p>
<p>O pronunciamento do presidente americano ocorre em um momento em que o petróleo atinge preços recordes, devido à crise na Líbia e em outros países produtores.</p>
<p>Interesse</p>
<p>Obama chega ao Brasil no próximo sábado para uma visita de dois dias que inclui Brasília e Rio de Janeiro. A viagem é a primeira do presidente à América do Sul e inclui também Chile e El Salvador.</p>
<p>O interesse americano no potencial energético do Brasil, elevado com as recentes descobertas de petróleo na camada do pré-sal, deve ser um dos temas na agenda de Obama e Dilma.</p>
<p>No mês passado, em visita a Washington, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, já havia dito que os Estados Unidos têm interesse em importar petróleo do Brasil no futuro.</p>
<p>&#8220;Foi mencionado, a título especulativo, que o Brasil pode se converter em um importante exportador de petróleo para os Estados Unidos no futuro, a partir de suas reservas do pré-sal&#8221;, disse Patriota na ocasião, ao relatar reuniões que manteve com autoridades americanas.</p>
<p>Em seu pronunciamento, Obama disse que a comunidade internacional está preparada para enfrentar falhas no fornecimento de petróleo.</p>
<p>&#8220;Outras nações produtoras se comprometeram a preencher qualquer lacuna. E nós vamos continuar a nos articular de maneira próxima com nossos parceiros internacionais para manter todas as opções sobre a mesa no que diz respeito a interrrupções de fornecimento&#8221;, disse.</p>
<p>O presidente disse ainda que, caso seja necessário, os Estados Unidos estão preparados para usar suas reservas estratégicas de petróleo.</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110311_obama_petroleo_ac_rc.shtml" rel="nofollow">http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110311_obama_petroleo_ac_rc.shtml</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Brasil Já é a 7ª Maior Economia e Ritmo Segue Acelerado por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/04/03/2011/brasil-ja-e-a-7a-maior-economia-e-ritmo-segue-acelerado/comment-page-1/#comment-1411</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Mar 2011 19:42:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=724#comment-1411</guid>
		<description>Esta matéria está desatualizada, pois nosso PIB já é o sétimo.

Não acreditem nesses prazos ultra longos, porque os países europeus possuem populações estagnadas e até decadentes em números. 

Enquanto isso, estamos recebendo dezenas de milhões na Classe C todo ano. 

E aí? Teremos o 3º lugar ainda nesta década!

_______________________________________


&lt;strong&gt;Estudo prevê o Brasil como o 4º PIB mundial em 2050
&lt;/strong&gt;
Por Jamil Chade, estadao.com.br

A economia brasileira vai superar pela primeira vez a da França neste ano e já em 2013 vai ultrapassar a do Reino Unido, atingindo a sétima posição no planeta e se preparando para, em 2050, tornar-se a quarta maior economia do mundo. Mas um brasileiro terá de esperar pelo menos mais 40 anos para ter a renda média de hoje de um alemão.

Os dados fazem parte de um estudo da PricewaterhouseCoopers. Segundo o estudo, antes de 2020 as sete grandes economias emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB. A constatação do levantamento é que, em meados do século, o cenário econômico mundial será bem diferente do atual, com China e Índia nos dois primeiros lugares e o atual líder - os Estados Unidos - apenas na terceira posição.

No caso do Brasil, o País subirá várias posições no ranking das maiores economias, incentivado por seu mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais num primeiro momento. Se a comparação do PIB do Brasil for calculada em paridade de poder de compra (PPP), o País passaria da atual nona posição entre as maiores economias para a quarta, elevando PIB de US$ 2 trilhões em 2009 para US$ 9,7 trilhões em 2050.

A projeção é de que já este ano o Brasil supere a França em PIB. Em 2010, já havia superado a Espanha. Em 2013, superaria o Reino Unido. Finalmente, em 2025, passaria a Alemanha - o motor da economia europeia. Em 2037, seria a vez de superar a Rússia e, em 2039, o Japão.

Em uma comparação que leve em conta a taxa de câmbio do mercado, conhecido como PIB nominal, o Brasil também chegaria em 2050 na quarta posição entre as maiores economias, com US$ 9,2 trilhões de PIB. Hoje o País ocupa a 8.ª posição. Por esses cálculos, o Brasil superaria a Itália em 2017, passaria o Reino Unido em 2023 e ultrapassaria a França em 2027. Em 2032, seria a vez de superar a Alemanha e, em 2044, passaria o Japão.

Renda. O avanço do Brasil pode impressionar. Mas, para o autor do levantamento, ser a quarta maior economia do mundo não significa que a pobreza será automaticamente erradicada. &#039;Isso dependerá de uma política de Estado para garantir a distribuição da riqueza&#039;, afirmou ao Estado o economista John Hawksworth, chefe do grupo que realizou a projeção.

Ele lembra que, hoje, um brasileiro tem em média uma renda equivalente a 22% da renda de um americano. Em 40 anos, ganhará ainda menos da metade do que será a renda de um trabalhador nos Estados Unidos.

No Brasil, a renda passaria dos atuais US$ 10 mil por ano para quase US$ 40 mil em 2050. Na prática, a renda média de um brasileiro levará mais 40 anos para alcançar a de um alemão hoje.

Em termos de expansão do PIB, a consultoria destaca que o Brasil não estará entre os líderes e, mesmo na quarta posição mundial, o País terá em 40 anos um PIB que não difere do tamanho atual da economia chinesa.

A projeção é de um crescimento de 4,4% ao ano. Mas abaixo do crescimento de México, Argentina, Indonésia, China e Índia. Ainda assim, duas vezes mais rápido que o dos Estados Unidos e quatro vezes superior ao do Japão. Em renda per capita, a expansão será de 3,3%, abaixo de 4,6% da China, 5,3% da Índia e metade da do Vietnã. &#039;O grande desafio do Brasil será o de manter a estabilidade e investir em infraestrutura para permitir que essa expansão possa de fato ocorrer&#039;, avalio Hawksworth .

Emergentes. Outra constatação do relatório é a nova posição dos emergentes no cenário internacional. Em 2050, os sete maiores emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) terão um PIB duas vezes superior ao tradicional G-7, formado por países industrializados. Isso, se ocorrer, será uma transformação importante em comparação com 2007, quando os ricos ainda tinham uma economia três vezes maior que a dos emergentes.

Mas as projeções indicam que, antes de 2020, a China já superará os EUA em paridade de poder de compra. A crise atual já havia possibilitado à China superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do planeta. Em PIB nominal, porém, terá de esperar até 2032.

A grande novidade dos próximos 40 anos será a Índia, o país que mais crescerá. Em termos nominais, seu PIB será o terceiro maior do mundo, encostado ao dos Estados Unidos. Em paridade de compra, o PIB será 14% superior ao americano. Os indianos deverão superar o Japão em 2011 e o Brasil em 2014. Juntos, americanos, chineses e indianos terão 50% do PIB mundial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta matéria está desatualizada, pois nosso PIB já é o sétimo.</p>
<p>Não acreditem nesses prazos ultra longos, porque os países europeus possuem populações estagnadas e até decadentes em números. </p>
<p>Enquanto isso, estamos recebendo dezenas de milhões na Classe C todo ano. </p>
<p>E aí? Teremos o 3º lugar ainda nesta década!</p>
<p>_______________________________________</p>
<p><strong>Estudo prevê o Brasil como o 4º PIB mundial em 2050<br />
</strong><br />
Por Jamil Chade, estadao.com.br</p>
<p>A economia brasileira vai superar pela primeira vez a da França neste ano e já em 2013 vai ultrapassar a do Reino Unido, atingindo a sétima posição no planeta e se preparando para, em 2050, tornar-se a quarta maior economia do mundo. Mas um brasileiro terá de esperar pelo menos mais 40 anos para ter a renda média de hoje de um alemão.</p>
<p>Os dados fazem parte de um estudo da PricewaterhouseCoopers. Segundo o estudo, antes de 2020 as sete grandes economias emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB. A constatação do levantamento é que, em meados do século, o cenário econômico mundial será bem diferente do atual, com China e Índia nos dois primeiros lugares e o atual líder &#8211; os Estados Unidos &#8211; apenas na terceira posição.</p>
<p>No caso do Brasil, o País subirá várias posições no ranking das maiores economias, incentivado por seu mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais num primeiro momento. Se a comparação do PIB do Brasil for calculada em paridade de poder de compra (PPP), o País passaria da atual nona posição entre as maiores economias para a quarta, elevando PIB de US$ 2 trilhões em 2009 para US$ 9,7 trilhões em 2050.</p>
<p>A projeção é de que já este ano o Brasil supere a França em PIB. Em 2010, já havia superado a Espanha. Em 2013, superaria o Reino Unido. Finalmente, em 2025, passaria a Alemanha &#8211; o motor da economia europeia. Em 2037, seria a vez de superar a Rússia e, em 2039, o Japão.</p>
<p>Em uma comparação que leve em conta a taxa de câmbio do mercado, conhecido como PIB nominal, o Brasil também chegaria em 2050 na quarta posição entre as maiores economias, com US$ 9,2 trilhões de PIB. Hoje o País ocupa a 8.ª posição. Por esses cálculos, o Brasil superaria a Itália em 2017, passaria o Reino Unido em 2023 e ultrapassaria a França em 2027. Em 2032, seria a vez de superar a Alemanha e, em 2044, passaria o Japão.</p>
<p>Renda. O avanço do Brasil pode impressionar. Mas, para o autor do levantamento, ser a quarta maior economia do mundo não significa que a pobreza será automaticamente erradicada. &#8216;Isso dependerá de uma política de Estado para garantir a distribuição da riqueza&#8217;, afirmou ao Estado o economista John Hawksworth, chefe do grupo que realizou a projeção.</p>
<p>Ele lembra que, hoje, um brasileiro tem em média uma renda equivalente a 22% da renda de um americano. Em 40 anos, ganhará ainda menos da metade do que será a renda de um trabalhador nos Estados Unidos.</p>
<p>No Brasil, a renda passaria dos atuais US$ 10 mil por ano para quase US$ 40 mil em 2050. Na prática, a renda média de um brasileiro levará mais 40 anos para alcançar a de um alemão hoje.</p>
<p>Em termos de expansão do PIB, a consultoria destaca que o Brasil não estará entre os líderes e, mesmo na quarta posição mundial, o País terá em 40 anos um PIB que não difere do tamanho atual da economia chinesa.</p>
<p>A projeção é de um crescimento de 4,4% ao ano. Mas abaixo do crescimento de México, Argentina, Indonésia, China e Índia. Ainda assim, duas vezes mais rápido que o dos Estados Unidos e quatro vezes superior ao do Japão. Em renda per capita, a expansão será de 3,3%, abaixo de 4,6% da China, 5,3% da Índia e metade da do Vietnã. &#8216;O grande desafio do Brasil será o de manter a estabilidade e investir em infraestrutura para permitir que essa expansão possa de fato ocorrer&#8217;, avalio Hawksworth .</p>
<p>Emergentes. Outra constatação do relatório é a nova posição dos emergentes no cenário internacional. Em 2050, os sete maiores emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) terão um PIB duas vezes superior ao tradicional G-7, formado por países industrializados. Isso, se ocorrer, será uma transformação importante em comparação com 2007, quando os ricos ainda tinham uma economia três vezes maior que a dos emergentes.</p>
<p>Mas as projeções indicam que, antes de 2020, a China já superará os EUA em paridade de poder de compra. A crise atual já havia possibilitado à China superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do planeta. Em PIB nominal, porém, terá de esperar até 2032.</p>
<p>A grande novidade dos próximos 40 anos será a Índia, o país que mais crescerá. Em termos nominais, seu PIB será o terceiro maior do mundo, encostado ao dos Estados Unidos. Em paridade de compra, o PIB será 14% superior ao americano. Os indianos deverão superar o Japão em 2011 e o Brasil em 2014. Juntos, americanos, chineses e indianos terão 50% do PIB mundial.</p>
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	</item>
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		<title>Comentário sobre Experts dizem que o planeta Terra será irreconhecível até 2050 por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/24/02/2011/experts-dizem-que-o-planeta-terra-sera-irreconhecivel-ate-2050/comment-page-1/#comment-1410</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 21:03:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=704#comment-1410</guid>
		<description>&lt;strong&gt;G-20 atribui alta das commodities a choques de oferta&lt;/strong&gt;

Por Filipe Domingues, da Agência Estado, estadao.com.br, 
Atualizado: 25/2/2011 15:11

Um relatório preliminar que vem sendo preparado pelo grupo das 20 maiores economias do mundo (G-20) atribui a alta dos preços de commodities como trigo, açúcar, algodão, metais e petróleo ao fato de que a oferta não está acompanhando a demanda. 

Um estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) - que se reuniu em preparação para o próximo encontro de autoridades financeiras do G-20 em abril - deve sinalizar esforços para impulsionar a produção de commodities no mundo. Também deve ajudar a reduzir as críticas sobre as políticas de afrouxamento monetário do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), acusada por muitos de ser um catalisador da inflação global.

O presidente francês, Nicholas Sarkozy, que preside o G-20 atualmente, alertou recentemente que a alta das commodities é uma ameaça para a economia global. Ministros de finanças e presidentes de bancos centrais, reunidos em Paris uma semana atrás, disseram que vão avaliar os motivos da elevação dos preços para tomar atitudes.

&#039;É muito difícil distinguir entre fatores financeiros e estruturais por trás da elevação de preços, mas parece que a demanda e a oferta estão representando papel predominante&#039;, declarou o economista-chefe e vice-secretário-geral da OCDE, Pier Carlo Padoan, em entrevista. 

A seca e os incêndios na Rússia, somados às restrições de exportação impostas pelo governo local, ajudaram a puxar as cotações do trigo. Enquanto isso, colheitas menores do que o normal nos Estados Unidos, na Europa, na Austrália e na Argentina contribuíram para a elevação dos preços de outras commodities no mercado internacional.

O relatório da OCDE deve destacar que houve pouco investimento na agricultura durante os últimos anos, de modo que a produtividade estagnou. Ao mesmo tempo, a demanda por alimentos cresce na China e na Índia, países mais populosos do mundo, enquanto suas economias se expandem em ritmo acelerado. 

Em resposta às críticas contra a política de afrouxamento monetário, o presidente do Fed, Ben Bernanke, acusa o forte crescimento das economias em desenvolvimento e diz que a resposta desses países é inadequada para a questão, o que inclui a relutância da China em permitir que sua moeda se valorize.

Um argumento similar de oferta e demanda pode ser utilizado para avaliar os preços do petróleo, segundo Padoan. Recentemente, as cotações do petróleo superaram US$ 100/barril, em meio a preocupações com o recente tumulto nos países produtores do Norte da África e do Oriente Médio. As informações são da Dow Jones.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>G-20 atribui alta das commodities a choques de oferta</strong></p>
<p>Por Filipe Domingues, da Agência Estado, estadao.com.br,<br />
Atualizado: 25/2/2011 15:11</p>
<p>Um relatório preliminar que vem sendo preparado pelo grupo das 20 maiores economias do mundo (G-20) atribui a alta dos preços de commodities como trigo, açúcar, algodão, metais e petróleo ao fato de que a oferta não está acompanhando a demanda. </p>
<p>Um estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) &#8211; que se reuniu em preparação para o próximo encontro de autoridades financeiras do G-20 em abril &#8211; deve sinalizar esforços para impulsionar a produção de commodities no mundo. Também deve ajudar a reduzir as críticas sobre as políticas de afrouxamento monetário do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), acusada por muitos de ser um catalisador da inflação global.</p>
<p>O presidente francês, Nicholas Sarkozy, que preside o G-20 atualmente, alertou recentemente que a alta das commodities é uma ameaça para a economia global. Ministros de finanças e presidentes de bancos centrais, reunidos em Paris uma semana atrás, disseram que vão avaliar os motivos da elevação dos preços para tomar atitudes.</p>
<p>&#8216;É muito difícil distinguir entre fatores financeiros e estruturais por trás da elevação de preços, mas parece que a demanda e a oferta estão representando papel predominante&#8217;, declarou o economista-chefe e vice-secretário-geral da OCDE, Pier Carlo Padoan, em entrevista. </p>
<p>A seca e os incêndios na Rússia, somados às restrições de exportação impostas pelo governo local, ajudaram a puxar as cotações do trigo. Enquanto isso, colheitas menores do que o normal nos Estados Unidos, na Europa, na Austrália e na Argentina contribuíram para a elevação dos preços de outras commodities no mercado internacional.</p>
<p>O relatório da OCDE deve destacar que houve pouco investimento na agricultura durante os últimos anos, de modo que a produtividade estagnou. Ao mesmo tempo, a demanda por alimentos cresce na China e na Índia, países mais populosos do mundo, enquanto suas economias se expandem em ritmo acelerado. </p>
<p>Em resposta às críticas contra a política de afrouxamento monetário, o presidente do Fed, Ben Bernanke, acusa o forte crescimento das economias em desenvolvimento e diz que a resposta desses países é inadequada para a questão, o que inclui a relutância da China em permitir que sua moeda se valorize.</p>
<p>Um argumento similar de oferta e demanda pode ser utilizado para avaliar os preços do petróleo, segundo Padoan. Recentemente, as cotações do petróleo superaram US$ 100/barril, em meio a preocupações com o recente tumulto nos países produtores do Norte da África e do Oriente Médio. As informações são da Dow Jones.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Populações de Índia e China Dependerão dos Alimentos do Brasil por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/26/01/2011/populacoes-de-india-e-china-dependerao-dos-alimentos-do-brasil/comment-page-1/#comment-1407</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 15:51:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=651#comment-1407</guid>
		<description>Fala, Edu; valeu pela visita.

Para mim, uma coalisão China+Índia está mais distante, embora nada seja impossível no campo do desespero.

Já os “desenvolvidos” orbitam o mundo dos oportunistas e vão querer para si nossos recursos a todo preço.

Isso é tão óbvio quanto 1+1=2.

É dito que a China já teria hoje algo como 1,4 bilhão mais 400 milhões não declarados, fruto daquela política do filho único. Muito em breve, vai chegar a hora em que China e Índia terão que escolher entre sucumbir no caos ou só permitir um filho para cada 5 casais. E aí, que futuro terão sem mão-de-obra? 

É por isso que vejo o Brasil entre os 3 mais ricos lá por 2025. Mas temos que apostar todo o Pré-Sal na melhor educação disponível no planeta. 

O resto a gente faz na raça, como sempre fez, rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala, Edu; valeu pela visita.</p>
<p>Para mim, uma coalisão China+Índia está mais distante, embora nada seja impossível no campo do desespero.</p>
<p>Já os “desenvolvidos” orbitam o mundo dos oportunistas e vão querer para si nossos recursos a todo preço.</p>
<p>Isso é tão óbvio quanto 1+1=2.</p>
<p>É dito que a China já teria hoje algo como 1,4 bilhão mais 400 milhões não declarados, fruto daquela política do filho único. Muito em breve, vai chegar a hora em que China e Índia terão que escolher entre sucumbir no caos ou só permitir um filho para cada 5 casais. E aí, que futuro terão sem mão-de-obra? </p>
<p>É por isso que vejo o Brasil entre os 3 mais ricos lá por 2025. Mas temos que apostar todo o Pré-Sal na melhor educação disponível no planeta. </p>
<p>O resto a gente faz na raça, como sempre fez, rs</p>
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		<title>Comentário sobre Populações de Índia e China Dependerão dos Alimentos do Brasil por Edu Nicácio</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/26/01/2011/populacoes-de-india-e-china-dependerao-dos-alimentos-do-brasil/comment-page-1/#comment-1399</link>
		<dc:creator>Edu Nicácio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 00:23:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=651#comment-1399</guid>
		<description>Roberto, se pensarmos que, de acordo com as previsões, a Índia ultrapassará a China em população em 2025, e que juntas elas teriam quase 3 bilhões de bocas para alimentar, com os alimentos a preços crescentes, podemos prever que estamos &quot;ferrados&quot; caso passem a olhar para o nosso país com cobiça.

Como sei que países têm interesses, e não amigos, não gostaria nem de pensar em uma coalisão China+Índia se apoderando de 50% do nosso território sob o pretexto de alimentar suas populações...

Temos ainda mais de 300 milhões de hectares disponíveis? Bem, para uma população de estimados 300 milhões de brasileiros em 2060 dá e sobra, e nesse ponto fomos realmente abençoados pela natureza. O que me preocupa são os países que já estão no limite hoje, como Índia, China, Austrália, alguns do Oriente Médio, etc.

Ainda tenho pra mim que a América do Sul e a África serão as apólices de seguro energética e alimentar do mundo nas próximas décadas. Só não sei qual continente os &quot;desenvolvidos&quot; vão querer explorar primeiro: o nosso, ou o dos africanos.

Saudações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Roberto, se pensarmos que, de acordo com as previsões, a Índia ultrapassará a China em população em 2025, e que juntas elas teriam quase 3 bilhões de bocas para alimentar, com os alimentos a preços crescentes, podemos prever que estamos &#8220;ferrados&#8221; caso passem a olhar para o nosso país com cobiça.</p>
<p>Como sei que países têm interesses, e não amigos, não gostaria nem de pensar em uma coalisão China+Índia se apoderando de 50% do nosso território sob o pretexto de alimentar suas populações&#8230;</p>
<p>Temos ainda mais de 300 milhões de hectares disponíveis? Bem, para uma população de estimados 300 milhões de brasileiros em 2060 dá e sobra, e nesse ponto fomos realmente abençoados pela natureza. O que me preocupa são os países que já estão no limite hoje, como Índia, China, Austrália, alguns do Oriente Médio, etc.</p>
<p>Ainda tenho pra mim que a América do Sul e a África serão as apólices de seguro energética e alimentar do mundo nas próximas décadas. Só não sei qual continente os &#8220;desenvolvidos&#8221; vão querer explorar primeiro: o nosso, ou o dos africanos.</p>
<p>Saudações.</p>
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		<title>Comentário sobre Economist: Brasil Pode Tornar-se a Sétima Maior Economia em 2011 por Roberto Silva</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/23/08/2010/economist-brasil-pode-tornar-se-a-setima-maior-economia-em-2011/comment-page-1/#comment-1388</link>
		<dc:creator>Roberto Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 16:30:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=316#comment-1388</guid>
		<description>Olá, Drica, só os economistas costumam ter uma bola de cristal do lado, mas o problema é que todos sempre compram suas bolas na mesma loja mágica. 

Se um deles disser que o Brasil vai crescer 4,5% em 2011, todos os outros o acompanharão, talvez com medo de perderem seus empregos e famas, rs

Como eu não sou economista nem pretendo vir a ser, me sinto com a independência de fabricar artesanalmente minha própria bola de cristal.

A gente pode chutar que o Reino Unido vai se afundar junto com a União Europeia, que ficará em grave depressão por 10 anos, etc, mas também pode chutar que o país poderá crescer 1% neste primeiro semestre e salvar a Rainha. Não pode? 

Chutar é chutar e o governo ainda não cobra imposto sobre isso (e lá vou eu dando ideias...).

Bom, de um lado, eles foram sábios em materem sua própria moeda. De outro lado, o governo gastou fortunas do tesouro, bolsa da viúva, para salvar seu debilitado mercado financeiro e hoje o déficit ainda impera. A dívida externa deles é absurda, uma das maiores do mundo.

Parece até o Brasil alguns tantos anos atrás. Sabemos qual é e como é pedregoso o caminho da cura.
&lt;img src=&quot;http://preview.canstockphoto.com/canstock0068653.png&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;
Mas será que os ingleses sabem e/ou estão dispostos a descer da centenária carruagem do orgulho britânico e se submeter a condições vexatórias como as que o FMI nos fez engolir por anos a fio?

Enfim, respondo fazendo a pergunta acima, rs. 

Seja como for, a saída para eles será sempre muito difícil, na medida em que apostaram tanto em ter Londres como uma futura capital financeira do mundo... e agora...

Olha, Drica, pensando bem, a nossa vantagem não virá da derrocada de um Reino Unido, mas do outro lado do mundo: da Índia e da China, que estão levando centenas de milhões de agricultores para as grandes cidades a um ritmo inusitado.

Vamos falar disso na próxima matéria que selecionei hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Drica, só os economistas costumam ter uma bola de cristal do lado, mas o problema é que todos sempre compram suas bolas na mesma loja mágica. </p>
<p>Se um deles disser que o Brasil vai crescer 4,5% em 2011, todos os outros o acompanharão, talvez com medo de perderem seus empregos e famas, rs</p>
<p>Como eu não sou economista nem pretendo vir a ser, me sinto com a independência de fabricar artesanalmente minha própria bola de cristal.</p>
<p>A gente pode chutar que o Reino Unido vai se afundar junto com a União Europeia, que ficará em grave depressão por 10 anos, etc, mas também pode chutar que o país poderá crescer 1% neste primeiro semestre e salvar a Rainha. Não pode? </p>
<p>Chutar é chutar e o governo ainda não cobra imposto sobre isso (e lá vou eu dando ideias&#8230;).</p>
<p>Bom, de um lado, eles foram sábios em materem sua própria moeda. De outro lado, o governo gastou fortunas do tesouro, bolsa da viúva, para salvar seu debilitado mercado financeiro e hoje o déficit ainda impera. A dívida externa deles é absurda, uma das maiores do mundo.</p>
<p>Parece até o Brasil alguns tantos anos atrás. Sabemos qual é e como é pedregoso o caminho da cura.<br />
<img src="http://preview.canstockphoto.com/canstock0068653.png" alt="" /><br />
Mas será que os ingleses sabem e/ou estão dispostos a descer da centenária carruagem do orgulho britânico e se submeter a condições vexatórias como as que o FMI nos fez engolir por anos a fio?</p>
<p>Enfim, respondo fazendo a pergunta acima, rs. </p>
<p>Seja como for, a saída para eles será sempre muito difícil, na medida em que apostaram tanto em ter Londres como uma futura capital financeira do mundo&#8230; e agora&#8230;</p>
<p>Olha, Drica, pensando bem, a nossa vantagem não virá da derrocada de um Reino Unido, mas do outro lado do mundo: da Índia e da China, que estão levando centenas de milhões de agricultores para as grandes cidades a um ritmo inusitado.</p>
<p>Vamos falar disso na próxima matéria que selecionei hoje.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comentário sobre Economist: Brasil Pode Tornar-se a Sétima Maior Economia em 2011 por Drica</title>
		<link>http://www.economiabr.com.br/index.php/23/08/2010/economist-brasil-pode-tornar-se-a-setima-maior-economia-em-2011/comment-page-1/#comment-1386</link>
		<dc:creator>Drica</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 02:40:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.economiabr.com.br/?p=316#comment-1386</guid>
		<description>Oi! Roberto, boa noite.

Como vai? Hoje eu estava lendo o jornal britânico The Telegraph e encontro essa notícia: &quot;Britain&#039;s economy shrank unexpectedly by 0.5pc in the fourth quarter as heavy snow compounded a slowdown in growth, reigniting fears of a double dip recession&quot;. 

&quot;A economia britânica encolheu  inesperadamente no quarto trimestre 0.5 pc como a  neve pesada, composta de uma desaceleração do crescimento, reacendendo temores de uma recessão dupla&quot;. Desculpa a péssima tradução. 

O que isso pode significar para o Brasil para que o mesmo venha  a ser a 5ª Economia Mundial? Ou isso não trará nenhuma vantagem para nós?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi! Roberto, boa noite.</p>
<p>Como vai? Hoje eu estava lendo o jornal britânico The Telegraph e encontro essa notícia: &#8220;Britain&#8217;s economy shrank unexpectedly by 0.5pc in the fourth quarter as heavy snow compounded a slowdown in growth, reigniting fears of a double dip recession&#8221;. </p>
<p>&#8220;A economia britânica encolheu  inesperadamente no quarto trimestre 0.5 pc como a  neve pesada, composta de uma desaceleração do crescimento, reacendendo temores de uma recessão dupla&#8221;. Desculpa a péssima tradução. </p>
<p>O que isso pode significar para o Brasil para que o mesmo venha  a ser a 5ª Economia Mundial? Ou isso não trará nenhuma vantagem para nós?</p>
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