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A ECONOMIA

BRASILEIRA

HOJE


Pré-Sal 

O Pré-Sal é disputado
.




A ECONOMIA BRASILEIRA HOJE


"O Brasil, ao longo do tempo e em diferentes governos, ao marginalizar a educação formal, o ensino profissional e a pesquisa, limitou a modernização, abastardou a competitividade e, em conseqüência, perdeu a visão do desenvolvimento econômico, auto-sustentável, como projeto hegemônico permanente. Perdeu o seu tempo, ao crescer marginalmente, nos últimos 20 anos. Aceitou, assim, a mediocridade do subdesenvolvimento imposto por sistema e hábitos políticos que dominam o Poder Executivo e toda a vida nacional, com visão personalista, cartorial, eleitoreira e de curto prazo.

Nesse quadro, ainda presente, dificilmente se pode esperar, em curto e médio prazos, o benefício de reformas político-institucionais macroeconômicas, capazes de aliviar o peso absurdo do Estado brasileiro sobre a sociedade, e abrir caminho para a modernização e a desburocratização do país, condição para alcançar maior capacitação competitiva, que estimule o crescimento econômico e viabilize a desejada inserção internacional como instrumento da sustentação do crescimento e não fator para o seu aviltamento."
Forum Nacional 2007 - Debates


CRESCIMENTO


O Brasil continuará lutando em 2013 para voltar a crescer em meio a um mundo dominado pela difícil agenda da crise europeia.


Ainda países como os EUA, Japão e Reino Unido encontram-se também pesadamente endividados e deverão acompanhar o desastre econômico-financeiro da Zona do Euro. Até mesmo a Alemanha sentirá esse peso.


A economia brasileira tem andado de lado por temer ser atingida em voo por todo esse processo que começou pela Grécia e Espanha, mas promete apanhar muitos outros países de modo e dimensão ainda desconhecidos.


Em vez de esperar, o governo da presidente Dilma Rousseff decidiu agir de modo inovador em 2012, passando a atuar politicamente para reduzir aos poucos a taxa básica de juros SELIC e controlar a taxa de câmbio a partir de abril. Até então, o câmbio era somente favorável a importações e interesses externos.


Some-se a isso uma inédita reviravolta que o  governo provocou no sistema financeiro também em 2012, em que Caixa e Banco do Brasil passaram a reduzir seus juros, trazendo todo o mercado para novos patamares.


Essas mudanças pró-ativas formam um movimento pensado e contínuo pelo crescimento, que precisará de alguns meses para começar a tomar corpo.


A redução dos juros pagos pelo governo passou a contribuir na outra ponta pelo início da redução dos impostos. Já a taxa de câmbio na faixa de R$ 2,20 (ou mais) o dólar poderá ser alcançada aos poucos para não apertar demais a inflação e reativar o esforço exportador das indústrias.


A economia brasileira ainda é muito fechada e todo seu comércio exterior soma apenas 20% do PIB. Reformas que vão do ajuste cambial ao custo da eletricidade, passando por tributos e revolução logística, podem colocar o país em vantagem competitiva justamente em um momento mundial decisivo.



Mapa-Mundi (1999)

Mapa-Mundi.



DÍVIDA PÚBLICA


O Brasil ainda tem um Estado endividado. Sua Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) representa em torno de 40% do PIB. Em função disso, ele retém para as suas necessidades 80% do crédito disponível, tornando ainda mais caro o restante para a nação.


Não há como negar que, no atual governo Dilma Rousseff, ainda existe um controle visando o equilíbrio entre inflação, contas fiscais e contas externas, além da contínua redução da relação dívida/PIB.


n


A dívida pública federal encerrou 2012 em R$ 2,008 trilhões. Ao longo de 2012, o endividamento em títulos públicos cresceu em R$ 142 bilhões (7,6%). Tal resultado foi comemorado pela equipe econômica porque houve uma melhora tanto no perfil quanto no prazo do endividamento.


A parcela do estoque corrigida por papéis prefixados, que são mais vantajosos para o governo, terminou o ano em 40% do total.
Embora a taxa SELIC representasse 21,7% do estoque de papéis da dívida pública, suas reduções em 2012 contribuíram para a queda do custo médio da dívida no médio e longo prazos.


 

DÍVIDA INTERNA DO BRASIL
1994 a 2013


Ano Valor em
R$ Bilhões
Percentual
do PIB - %
1994 153* 30
1995 208 31
1996 269 33
1997 308 34
1998 386 42
1999 517 49
2000 563 49
2001 661 53
2002 881 56
2003
913
58
2004
957
51,8
2005
979,7
46,5
2006
1.093
46,3
2007 1.224
43,3
2008
1.250
36,0
2009
1.398
43,0
2010
1.550
42,2
2011 1.783
43,0
2012
2.000
41,1
2013 *
 2.200
-
(*) Previsão de ECONOMIA BR em janeiro de 2013.

Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi)



O perfil da dívida teve progressos em 2012, principalmente no que diz respeito à composição e ao alongamento do seu prazo médio.


Os títulos públicos prefixados e remunerados por índices de preços, que correspondiam conjuntamente a 65,5% do estoque ao final de 2011, passaram a representar 73,9%.


Já o prazo médio da dívida, de 3,6 anos em dezembro do ano anterior, foi elevado para 4,0 anos”, afirmou o relatório divulgado hoje.



O governo federal busca há alguns anos uma redução
consistente na relação da dívida interna com o PIB, para menos de 40%.


DÍVIDA EXTERNA


A dívida externa é o montante de débitos de uma nação originados de empréstimos feitos no exterior. Estes empréstimos são contraídos pelas três esferas de governo (federal, estadual e municipal) e pelo setor privado.


S
ão feitos com bancos estrangeiros, governos de outros países ou instituições financeiras internacionais (FMI, Banco Mundial, etc).


A posição estimada da dívida externa total em dezembro de 2011 totalizou US$ 297,3 bilhões. A dívida de longo prazo alcançou US$ 258,3 bilhões, enquanto a de curto prazo atingiu US$ 39 bilhões.


A relação entre dívida externa e PIB que, no fim de dezembro de 2002, estava em 46%, fechou 2005 em 20,7% (menor valor desde 1975, com 25%) e conseguiu fechar 2011 em apenas 11,9% do PIB.


Ressalte-se que, no auge da crise da dívida externa do Brasil, em 1985, eram responsabilidade do governo 85% do total devido, enquanto apenas 15% eram do setor privado. Hoje, o percentual do Estado está em torno de 25%, contra 75% do setor privado.


RESERVAS MONETÁRIAS INTERNACIONAIS


O outro lado do problema da dívida externa de um país é representado pelas reservas monetárias. Quanto mais reservas ele tiver menos importantes serão suas dívidas.


Os ativos do Brasil aplicados no exterior em janeiro de 2008 superavam a dívida externa (pública e privada) pela primeira vez em toda a sua história. O Brasil tornara-se credor líquido com um saldo positivo de US$ 4,3 bilhões.


Mesmo com o agravamento da crise mundial ainda no quarto trimestre de 2008, o Brasil conseguiu mater suas reservas monetárias. Aquele ano fechou com US$ 208 bilhões em reservas, que voltaram a crescer com força durante 2009.


n


Em 28 de dezembro de 2012, o Brasil mantinha reservas externas de US$ 378,647 bilhões, de acordo com o BCB (dados diários).



AS 10 MAIORES RESERVAS
MONETÁRIAS MUNDIAIS
  US$ BILHÕES - ABRIL DE 2012


LUGAR
PAÍS
RESERVAS

China
3.305,00

Japão
1.303,000

Arábia Saudita
541,000

Rússia
514,000

Taiwan
395,000

Brasil
371,000

Suíça
325,000

Coreia do Sul
316,000

Índia 293,000
10º
Alemanha 263,000



PIB NOMINAL E PPP - DÍVIDA EXTERNA


Em 2011, o PIB Nominal do Brasil atingiu a cifra de R$ 4,143 trilhões, ou US$ 2,493 trilhões (2,492,908), a um Dólar médio de R$ 1,66, com o Brasil ultrapassando o Reino Unido e assumindo a 6ª posição mundial.


Em 2011, o PIB do Brasil pelo PPP ficou em US$ 2,294 trilhões, ainda na posição de 7ª maior economia mundial, segundo o FMI e a CIA.


Calculando-se por este PIB/PPP, a relação da dívida externa em 2011 era de somente 13 %, onde encontrava-se na justa 30ª posição mundial. A dívida externa do Brasil fechou 2011 com US$ 297,3 bilhões, mas desde 2008 as reservas internacionais cobriam este patamar.


Muitos países antes insuspeitos passaram a entrar com muita força nesta preocupante relação em muito pouco tempo, em que a grande maioria importa petróleo, mas alguns até o produzem. O crédito mundial era farto e barato, e a liquidez permanecia extrema, até que chegou 2012.



AS 10 MAIORES DÍVIDAS
EXTERNAS MUNDIAIS E SUAS
PARTICIPAÇÕES NO PIB (GDP) / PPP
  US$ BILHÕES - 2011


LUGAR
PAÍS DÍVIDA
PIB /
PPP
DÍVIDA / PIB

Estados Unidos
14.710,0
15.094,0
97%

Reino Unido
9.836,0
2.260,8
+ 335%

França
5.633,0
2.217,9
+ 154%

Alemanha
5.624,0
3.099,1
+ 181%

Japão
2.719,0
4.440,4
61%

Itália
2.684,0
1.847,0
+ 145%

Holanda
2.655,0 704,0
+ 277%

Espanha
2.570,0
1.413,5
+ 182%

Irlanda
2.352,0
181,6
+ 1.195%
10º
Luxemburgo
2.146,0
41,2
+ 5.109%





30º
Brasil
298,2 *
2.294,0
13 %

* A CIA estima a dívida do Brasil em 2011 erradamente com US$ 410,0 bilhões, 
já que o valor real foi de US$ 298,2 bilhões, o que colocaria o país em 30º lugar.


Dívida Externa da CIA - The World Fact Book.

Wikipedia - List of countries by external debt

Wikipedia - List of countries by GDP - PPP



EXPORTAÇÕES - DÍVIDA EXTERNA


Outro indicador importante é o tamanho da dívida externa em relação ao valor das exportações. Em dezembro de 1999, a dívida externa era 4,1 vezes superior ao valor das exportações.


Caiu para 1,55 vez em 2005. Em 2006, caiu mais um pouco, para 1,26 vez. Em 2011, essa relação atingia o patamar de 1,16 vez.



RELAÇÃO DÍVIDA /
EXPORTAÇÕES
DO BRASIL
US$ BILHÕES


ANO
DÍVIDA
US$ BI
EXPORT
US$ BI
REL.
ANOS
2003
235,0
73,084 3,22
2004
203,0
96,475
2,10
2005
183,2
118,309
1,55
2006
172,5
137,471
1,26
2007
193,2
160,649
1,23
2008
198,3
197,942
1,01
2009
198,2
152,995
1,36
2010
256,8
201,915
1,27
2011
298,2
256,040
1,16
2012
320,0
242,580
1,32
2013 *
330,0
280,000
1,18
2015 *
340,0
360,000
0,94

Fonte: SECEX/MDIC

(*) 2013 e 2015 = Previsões do ECONOMIA BR em janeiro de 2013.



Já a relação entre o tamanho da dívida externa e as reservas monetárias internacionais vem apresentando uma reviravolta fantástica a partir de 2009, sendo a primeira apenas 87% da segunda. Já em 2012, a dívida externa representava 85% das reservas.



DÍVIDA EXTERNA DO BRASIL
1980 a 2013


ANO

DÍVIDA EXTERNA
US$ BILHÕES

RESERVAS
US$ BILHÕES

1980

54

9,6

1990

96

9,4

1994

120

38,0

1996

142

60,0

1998

242

44,0

1999

241

42,0

2000

236

33,0

2001
232
35,0

2002

228

36,0

2003

235

49,0

2004

203

53,0

2005
183
53,8
2006
172,5
85,8
2007
193,2
180,3
2008 198,3
207,0
2009
198,2
239,0
2010
256,8
288,6
2011
298,2
352,0
2012
320,0
378,6
2013 *
330,0
420,0

(*) Previsões do ECONOMIA BR em janeiro de 2013.

Wikipedia - List of Countries by External Debt



CÂMBIO


Em relação à MOEDA, com a crescente entrada de recursos externos no Brasil, a cotação
do Dólar continuou em 2005, 2006, 2007 e ainda no início de 2008 sendo fortemente pressionada para baixo.


O Dólar ultrapassou o piso abaixo de R$ 2,00 em 15 de maio de 2007 pela primeira vez desde 15 de fevereiro de 2001. Isso aconteceu em meio a uma taxa SELIC ainda alta, a uma forte entrada de capital externo, e mesmo com toda a resistência do Banco Central a fim de não prejudicar mais as exportações.


O mercado estimava que o valor real da moeda americana em 2007 seria de somente R$ 1,50. E qual seria esse valor após o
investment grade e suas consequências? 


No dia seguinte a 15 de maio de 2007, a agência Standard & Poor's elevou a nota da dívida soberana brasileira para "BB+", a apenas um ponto do esperado grau de investimento. Neste dia, o Dólar chegava a R$ 1,95. Em 22 de fevereiro de 2008, pela primeira vez desde 1999, a moeda foi cotada abaixo de R$ 1,70.


Na véspera do feriado de 1º de maio de 2008, a Standard & Poor's (S&P), a agência mais conceituada de risco, deu finalmente o grau de investimento ao Brasil.


Esperava-se com isso uma enxurrada de Dólares no Brasil porque os principais fundos de investimento estrangeiros passaram a ter permissão para investir no Brasil. Pelo regulamento desses fundos, não é permitido investir em países de risco elevado, aqueles sem grau de investimento.


As empresas brasileiras também passariam a poder pegar empréstimos no exterior a um custo mais barato. A expectativa seria de o Dólar despencar ainda mais, mas daí agravou-se a crise financeira mundial e tudo começou a mudar.


Os Dólares sumiram e o Real foi se desvalorizando fortemente mês após mês em 2008. Ele se estabilizou em R$ 2,40 até o fechamento de 2008, com média anual de R$ 1,84 (em 1,8375).


Em novembro de 2009, já voltara para a faixa de R$ 1,70, com a reação da economia brasileira e a decaída do Dólar no mundo todo. O Dólar médio de 2009 foi de R$ 1,99 (1,9935), próximo à previsão do ECONOMIA BR no mês de junho daquele ano, que fora de R$ 2,00.


Para 2010, a previsão do ECONOMIA BR no mês de agosto daquele ano foi de R$ 1,75. A média anual fechou em  R$ 1,7593, de acordo com o Banco Central.


O ano de 2011 viu um Dólar médio de R$ 1,66, e o país ficava a mercê dos desejos do mercado financeiro internacional. Somente em 2012, o país acordou e retirou o "almoço grátis" da mesa.



n


DÓLAR MÉDIO ANUAL
2004 a 2013



ANO
R$
VAR. %
2004
2,92
-
2005
2,43
- 16,8%
2006
2,16
- 11,1%
2007
1,95
- 9,7%
2008
1,84
- 5,6%
2009
2,00
+ 8,7%
2010
1,76
- 12,0%
2011 1,66
- 5,7%
2012
1,95 + 17,5%
2013 *
2,10
+ 7,7%

(*) Previsão do ECONOMIA BR em janeiro de 2013.



O governo da presidente Dilma Rousseff decidiu agir de modo inovador desde o início de 2012, passando a controlar a taxa de câmbio a partir de abril. Até então, esta era somente favorável a importações e interesses externos.


Em 2012, acima da previsão do ECONOMIA BR, a média anual fechou em  R$ 1,95 (1,9547).


Estima-se que uma taxa de câmbio na faixa de R$ 2,20 (ou mais) o dólar poderá beneficiar de vez o
esforço exportador das indústrias. Ela precisa ser alcançada aos poucos para não apertar demais a inflação.


COMÉRCIO EXTERIOR


Enquanto havia o movimento especulativo internacional contra o Dólar usando a cesta das 16 moedas mais negociadas no mundo, e entre as principais estaria o Real, esta foi a que mais se valorizou naqueles tempos.


O fato é que vinha sendo verificado fortes entradas de capital externo no Brasil, forçando a expressiva valorização do Real frente ao Dólar.


O problema é que boa parte daquele capital vinha atrás dos altíssimos e mundialmente inconcebíveis juros internos, o que acabava prejudicando as exportações com o Real supervalorizado.


Antes disso, as Exportações, o Comércio Total e o Superávit Comercial vinham atingindo cifras inéditas em um processo que colocou o ano de 2005 como bastante diferente de toda a história comercial brasileira.


Naquele ano,
foram exportados US$ 118,309 bilhões e importados US$ 73,545 bilhões, com um Comércio Total de US$ 191,854 bilhões. Comparado aos US$ 159,275 bilhões de 2004, o crescimento no Comércio Total foi de 20,5 %.


O Superávit Comercial em 2005 foi de US$ 44,764 bilhões e representou um aumento de esplêndidos 32,9 % sobre os US$ 33,693 bilhões de 2004.


A corrente de comércio somou US$ 191,854 bilhões em 2005. Comparada aos US$ 159,275 bilhões de 2004, apresenta expressivo crescimento de 20%, avizinhando e indicando novo patamar de comércio externo para o país, acima de US$ 200 bilhões ao ano.


n


Com o problema cambial, houve forte decréscimo no Superávit Comercial entre 2006 e 2012, ano em que este chegou a ser de apenas US$ 19,438 bilhões, algo verdadeiramente pífio, com uma grande queda de 35 % sobre o ano anterior. Tal resultado só não conseguiu ser pior que o de 2002.


Porém, em 2012, o comércio total caiu apenas 3%, para US$ 465,722 bilhões. Para o tamanho da crise, que atingiu todos os mercados, a queda poderia ter sido bem maior.


Melhores dias poderão vir a partir de 2013, com o Real ainda mais desvalorizado.


O TRUQUE DA MOEDA CHINESA


O agronegócio mostra-se cada vez mais fundamental para o saldo total da balança comercial brasileira. E essa continuará sendo a tendência ainda por muitos anos à frente, com gigantesco crescimento nesse comércio, tendo a CHINA e a ÍNDIA como principais consumidores
de nosso AGRONEGÓCIO no futuro, tanto o ALIMENTAR quanto o crescentemente importante ENERGÉTICO, ainda mais com a chegada do óleo leve do Pré-Sal.


A China era exportadora líquida de 3 milhões de barris/dia de petróleo por volta de 2001 e em 2005 passou a importar liquidamente 6 milhões de barris/dia. E continuava a crescer acima de 10 % ao ano, como fez em 2006 e 2007, sem quaisquer freios.


Sabe-se que o déficit comercial americano com a China é maior que com a UE e tende a crescer, pois o Iuan chinês era fixo frente ao Dólar por política de seu Governo e ainda encontra-se extremamente defasado.


Embora
bastante pressionada a mudar sua eterna (década de 90) cotação de 8,28 Iuans por US$ 1 - defasada em 40 %, a China manteve-se impassível entre 1994 e julho de 2005, por ser uma grande financiadora do tesouro americano, sua maior garantia contra retaliações.


Sabe-se que em maio de 2005 já dispunha da segunda maior reserva de divisas do mundo, com US$ 609,9 bilhões; a maior ainda era a do Japão. Ao final de 2005, a China já atingia a impressionante cifra de US$ 818,9 bilhões. Em fevereiro de 2006, a China passou ao primeiro lugar mundial. Em 2008, tal reserva já chegava a US$ 2 trilhões, mas antes da crise mundial


No dia 21 de julho de 2005, terminou o congelamento do Iuan imposto pelo governo chinês, sendo a moeda imediatamente apreciada para 8,11 Iuans por Dólar. Em maio, a China já passara a aceitar fazer negócios com 8 diferentes moedas, mas não mexera nas cotações. Tratou-se de pura "maquiagem", pois em outubro de 2005 o Iuan desvalorizara-se apenas 3,5 %, estando a 8 Iuans por Dólar.



Com os grandes déficits orçamentário, comercial e em conta corrente dos EUA, além da grande crise do setor financeiro, o mundo tem reagido com menos confiança na moeda americana, situação que tende a agravar-se em 2013.
Ver mais em A Hegemonia dos EUA e os Biocombustíveis.


O
G-8 vinha "recomendando" desde setembro de 2003 que países como o Japão (além de Europeus e Asiáticos) evitassem continuar mantendo suas moedas desvalorizadas frente ao Dólar.


Assim, eles deveriam perder força em exportar para os EUA, abrindo novos espaços no mercado consumidor americano, de longe o maior do mundo atual, para quem pudesse manter-se "atrelado" ao Dólar (a China).



TRANSAÇÕES CORRENTES


A conta de transações correntes  do Balanço de Pagamentos (soma de comércio exterior, viagens internacionais, pagamentos de juros e remessas de lucros e dividendos) registrou superávit de US$ 2,592 bilhões em julho de 2005, tendo sido o melhor resultado mensal desde 1947, ano de início da série histórica.


O motivo do aumento foi o resultado da balança comercial, que passou de superávit de US$ 3,466 bilhões para um saldo de US$ 5,012 bilhões.



Em 2005, as contas externas brasileiras acumularam superávit de US$ 14,2 bilhões, o que  equivalia a 1,79 % do PIB.


Com a valorizção do Real, a partir de 2008, a situação inverteu-se, havendo um déficit de US$ 28,2 bilhões, ou 1,71% do PIB. Em 2009, o déficit foi apenas um pouco menor, de US$ 24,3 bilhões.


n


A partir de 2010, o déficit mudou de patamar, como mostra o quadro abaixo.



SUPERÁVIT  E DÉFICIT
NA CONTA DE
TRANSAÇÕES CORRENTES
2002 a 2013


ANO
US$ BILHÕES
% do PIB
2002
- 7,637
- 1,66
2003
+ 4,177
0,82
2004
+ 11,738
1,94
2005
+ 14,199
 1,79
2006
+ 13,621
1,27
2007
+ 1,661
0,11
2008
- 28,192
1,71
2009
- 24,302
1,49
2010
- 47,273
2,20
2011
- 62,480
2,11
2012
- 52,500
2,33
2013 *
- 65,000
2,74

(*) Previsão do ECONOMIA BR em janeiro de 2013.



INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO


O Investimento Estrangeiro Direto (IED) é conhecido como o “investimento bom”, já que a maior parte dele vai para a produção (fábricas, infraestrutura, prestação de serviços).


Em 2012, o Brasil deixou de atrair tantos recursos de fora atrás das elevadas taxas de juros de antes. A SELIC caía todo mês e fechava o ano 7,25%. Com isso, uma silenciosa mudança qualitativa acontecia nos investimentos.


Segundo dados da ONU, o IED para o Brasil em 2012 caiu pouco em comparação a 2011, em apenas 2%. No total, o país recebeu US$ 65,3 bilhões.


Foi um ano difícil em que o crescimento econômico seria na casa de somente 1%. Apesar dessa desaceleração econômica, o fluxo continuava robusto e confirmava a liderança do país na captação de investimentos.



INVESTIMENTOS
ESTRANGEIROS
DIRETOS NO BRASIL
2000 a 2014


ANO
US$ BILHÕES
% PIB
2000
32,779
5,44
2001
22,457
4,41
2002
16,590
3,61
2003
10,144
2,00
2004
18,146
3,01
2005
15,066 1,91
2006
18,882
1,91
2007
34,585
2,77
2008
45,058
3,36
2009
25,949
1,68
2010
48,506
1,91
2011
66,660
3,00
2012
65,300
2,90
2013 *
75,000
-
2014 *
90,000
-

(*) Previsões de ECONOMIA BR em janeiro de 2013.



Em dez anos, o Brasil melhorou sua posição no ranking de investimentos: já esteve abaixo da 20ª posição em 2003; em 2010, subiu para 14º; em 2011, pulou para a quinta - o país recebeu 4,4% do total investido no mundo, e terminou 2012 em quarto lugar.


Ficando como quarto colocado mundial, a
penas Estados Unidos, China e Hong Kong receberam mais investimentos que o Brasil em 2012.



IED


N


O fato é que, desde abril de 2012, o Real passou a se desvalorizar frente ao Dólar graças a uma intervenção silenciosa do governo. Os investimentos poderiam não ter voltado porque o movimento de desvalorização ainda estava em curso. Investimentos na hora errada significam prejuízo certo.


Mesmo assim, segundo o BC, os investimentos estrangeiros diretos totalizaram US$ 65,3 bilhões em 2012. O resultado foi o segundo melhor na história, só perdendo para 2011, quando as entradas tinham somado US$ 66,7 bilhões. Sendo assim, os investimentos das empresas estrangeiras vinham superado as expectativas mais otimistas.



P-50

Inauguração da plataforma marítima
P-50 em 21 de abril de 2006.
(Foto Ricardo Stuckert - PR -150.486)




Os anos de 2013 e 2014 devem trazer investimentos maciços em sua infraestrutura logística de aeroportos, ferrovias, rodovias e portos.


Porém, a área mais promissora para a entrada de grandes investimentos é a de ENERGIA. O Brasil tem previsão de ser um grande Player mundial com a exploração de PETRÓLEO na mega-província do Pré-Sal por volta de 2015.



IED


INFLAÇÃO


A inflação medida pelo IPCA,
em 2007, ficaria próxima a 4%. Contudo, fechou 2008 em 5,9%, dada a forte queda do Real.


Em 2009, ela fechou em 4,31%, devido à contração geral, valorização do Real e baixa da SELIC para 8,75%.


A inflação fechou 2010 com uma taxa acumulada de 5,91%, a mais forte elevação para este indicador desde 2004, quando o índice subiu 7,6%.


Em 2011, a inflação fechou com 6,50% e, em 2012, com 5,84%, sempre distante do centro da média (4,5%).


SELIC E JUROS



Com os elevados patamares da
taxa SELIC (taxa básica de juros), a economia ficou durante 2005 e 2006 em uma espécie de recessão velada na hora errada, já que o mundo inteiro crescia bastante - tempo perdido que não voltaria mais. Já 2007, foi um tanto diferente e muito mais promissor, mas os melhores efeitos só deveriam vir em 2008, bem no meio da crise mundial.


Em 2010, houve aumentos de juros para um patamar de 10,75% ao fim do primeiro semestre. Já em junho de 2011, a SELIC chegava a 12,25% devido ao forte repique da inflação.


A partir daí, a taxa passou a cair fortemente por iniciativa do governo de Dilma Rousseff, chegando a 7,25% em dezembro de 2012.



Selic



O total de juros nominais incidentes sobre a dívida líquida apropriados em 2011 somou R$ 236,7 bilhões (5,72% do PIB). As necessidades de financiamento do setor público, por sua vez, totalizaram R$ 108,0 bilhões (2,61% do PIB).


n


Com a queda da SELIC, os juros nominais apropriados em 2012 somaram menos, caindo para R$ 212 bilhões (4,8% do PIB).



DESPESA COM JUROS
GOVERNO CENTRAL

2000 a 2013


ANO
R$ Bilhões
% do PIB
Var. %
/% PIB
2000
77,9
6,61
-
2001
86,4
6,64 -
2002
114,0
7,71
+ 16%
2003
144,2
8,54 + 11%
2004
128,3
6,61
- 23%
2005 157,1
7,32 + 11%
2006
160,0
6,75
- 8%
2007
159,5
6,14
- 9%
2008 162,3
5,99
- 2%
2009
146,0
4,70
- 22%
2010
195,4
5,18
+ 10%
2011
236,7
5,72
+ 10%
2012
212,0
4,80
- 16%
2013 *
180,0
-


(*) Previsão do ECONOMIA BR em janeiro de 2013.



CRÉDITO, POUPANÇA E INVESTIMENTO


O Brasil necessita ainda avançar muito em seu sistema financeiro, porque a participação do crédito bancário no PIB era de somente 39,7% em 2008. Já o total de operações de crédito no Brasil passou a somar R$ 1,410 trilhão em 2009, com crescimento de 14,9% no ano.


Este resultado representava 45% do PIB. 
Os juros ao consumidor final  no Brasil são extorsivos, sendo a taxa média cobrada para pessoas físicas de 42,7% ao ano em dezembro de 2009.


Enquanto isso, o crédito nos EUA chega a 250% do PIB e na China chega a 150%. Já na Coréia do Sul e no Japão, a participação é de 100% do PIB. Até o Chile beira os 70 %. Somente taxas de juros civilizadas e produtivas levarão o país ao desenvolvimento econômico e social.


Isso deveria ter sido
enfrentado pelo governo, muito mais do que com o incentivo ao microcrédito, e somente buscando consultoria técnica do FMI para contrapor-se aos Bancos.


A baixa taxa de investimento (em relação ao PIB) é outro e o maior entrave a ser desmontado, pois será ideal para alavancar a economia quando chegar a 25% (para crescimento anual acima de 5 %), o que poderá ser conseguido até 2012. A China tem hoje uma taxa de investimento superior a 36 %.



Em março de 2007, o IBGE  anunciou nova metodologia para o cálculo do PIB NOMINAL do Brasil, tendo havido uma revisão dos números para cima entre 2002 e 2005, com reflexos no PIB de 2006.


Com isso, o crescimento do PIB de 2006 aumentou de 2,9% para 3,7%. O PIB de 2005 aumentou de 2,3% para 2,9%. O de 2004, aumentou de 4,9% para 5,7%; o de 2003 foi recalculado de 0,5% para 1,1 %; e o de 2002 saiu de 1,9% para 2,7 %. A previsão de crescimento para 2007 saltou logo para 4,5 %. O ano de 2007 fechou com aumento do PIB em 5,7%.


Os novos resultados do PIB mostraram que houve redução da proporção de investimento na economia brasileira. A taxa de investimentos caiu de 20,6% do PIB  para apenas 15,9% em 2005, com o novo cálculo.


Já em 2007, ela atingiu 17,4%, indo a 19,1% em 2008. Até 2012, ela não passava mais de 19,0%.


Contudo, existe uma esperança de que os programa de concessão e construção de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, mais os esforços
de exploração de PETRÓLEO na mega-província do Pré-Sal, possam todos conduzir a taxa de investimento do país em direção a 20% do PIB a partir de 2013 ou 2014.



TAXA DE INVESTIMENTO
2007 a 2014


ANO
% do PIB
Var. %
2007
17,4
-
2008
19,1
+ 9,8%
2009
18,1
- 5,2%
2010
19,5
+ 7,7%
2011 19,3
 - 1,0%
2012
19,0
- 1,6%
2013 *
20,0
+ 5,3%
2014 *
21,0
 + 5,0%

(*) Previsões do ECONOMIA BR em janeiro de 2013.



Investimento



No Brasil, existia um mito ou tabu de que para crescer era preciso mais inflação, o que não é verdade. O que impedia o crescimento era o baixo volume de investimentos em toda a economia.


Todos esses fatores, apoiados pelas reformas estruturais (tributária, previdenciária, trabalhista e do sistema judiciário), pela nova Lei de Falências e pela recente mudança na legislação do sistema financeiro, com uma futura autonomia do Banco Central, aos poucos, criariam condições propícias à maior atração de investimentos produtivos estrangeiros, ao maior volume de comércio de produtos e serviços, a maiores capitais para financiamento, e à abertura de novos caminhos para uma grande retomada da economia brasileira ainda a partir de 2007.


Acrescente-se ainda a quase remota possibilidade de novos acordos comerciais e de integração econômica com diferentes países e grupos regionais serem efetivados.


Nesse sentido, o Brasil procurou formalizar uma Aliança Estratégica com a CHINA em maio de 2004, que até hoje pouco produziu.
Enquanto isso, em outubro de 2005, a Venezuela anunciou sua entrada no Mercosul, mas que só trouxe problemas políticos ao longo do tempo.



TAXA DE POUPANÇA BRUTA
2007 a 2013


ANO
% do PIB
Var. %
2007
18,1
-
2008
18,8
+ 3,9%
2009 14,7
- 21,8%
2010
16,5
+ 12,2%
2011 *
16,9
+ 2,4%
2012


2013



(*) Previsão do ECONOMIA BR em janeiro de 2013.




AS QUEDAS DO PIB BRASILEIRO


O Produto Interno Bruto - PIB - do Brasil teve uma queda e depois uma alta acentuada nos últimos anos. Em março de 2007, o IBGE anunciou um novo cálculo. Pela nova metodologia, houve uma revisão dos números para cima entre 2002 e 2005, vindo a refletir em melhora acentuada já em 2006.


Saindo do 8º lugar mundial em 1998, o PIB nominal brasileiro caíra para a 15ª posição em 2003 e vinha subindo até a 10ª posição em 2006, fato corroborado pelos novos cálculos. Já em termos de PIB/PPP, subiu para a impressionante 7ª posição em 2006, o que foi depois confirmado em 2010. Todo o sobe e desce ocorreu por
ironia do destino e até por revisão metodológica.


Durante os anos 80 e 90, o Brasil acostumou-se a estar sempre entre as 10 maiores economias do mundo, que tem hoje 192 PAÍSES, permanecendo por muito tempo como a 8ª economia e com grande tendência de melhorar de posição, devido às suas mundialmente reconhecidas potencialidades de Gigante Econômico.


Entretanto, com o fracasso econômico das eras anteriores às de FHC e Lula (inflação explosiva), grande endividamento externo e interno, e expressiva desvalorização cambial, com sua franca e definitiva liberação a partir de 1999, as tendências positivas foram adiadas e a economia caiu muito em comparação com o resto do mundo, embora tenha se mantido internamente sem forte queda (ver abaixo GDP X PPP).


Até 1998, o Brasil ainda ocupava a 8ª posição
, com Produto Interno Bruto pelo método NOMINAL (PIB ou GDP - Gross Domestic Product) de US$ 788 bilhões, mas foi largamente ultrapassado por Canadá e Espanha em 1999, México em 2001 e Coréia do Sul em 2002, passando assim a ser a 12ª maior economia mundial, devido à mencionada expressiva desvalorização de sua moeda em 1999 e à recessão continuada.


A partir da conversão NOMINAL das taxas oficiais de câmbio, costumava-se calcular
o PIB das Nações. Entretanto, para o objetivo de comparar-se economias com realidades totalmente diferentes, tal método vem caindo em desuso por não refletir a realidade sobre a situação dentro de cada país.


Por esse método, em 2003, o Brasil foi ultrapassado pela Índia, Holanda e Austrália, caindo mais três posições no ranking mundial, atingindo o inédito 15º lugar mundial, com US$ 493 bilhões.


O PIB brasileiro, caso tivesse se desenvolvido a contento nos anos 80 e 90, já poderia estar hoje em mais de US$ 6 trilhões, quase metade do PIB dos EUA, e seu patamar de direito.


Mas nem tudo estava perdido, pois na queda é que se aprende as lições. Isso era tudo conjuntural. Não foram os outros que avançaram, o Brasil é que recuou por seus próprios erros e correções de rota. Isso deve ficar bem claro.



O PIB brasileiro já em 2004 deu uma virada, e atingiu US$ 605 bilhões, devido à recente e progressiva desvalorização do Dólar e ao crescimento da economia, de 5,2 %. Com isso, O país recuperou 3 posições, passando Índia, Coréia do Sul e Holanda, e voltando à 12ª posição.


A situação recente era tão conjuntural que a cotação do Dólar médio anual caindo para R$ 2,43 em 2005 fez o PIB voltar à 10ª posição mundial.


Pois em 2005, o Brasil atingiu um PIB de US$ 884 bilhões, ou
R$ 2,148 trilhões a um câmbio médio de R$ 2,43.


Ultrapassou México e Austrália. A Holanda sumiu do mapa dos 15 maiores. A Rússia acompanhou o crescimento do Brasil bem de perto.


Já o PIB NOMINAL de 2006 foi de R$ 2,322.818 trilhões e US$ 1,066.687 trilhão ao dólar médio de R$ 2,1776. Frente ao PIB mundial de US$ 47,915 trilhões, o Brasil participou com apenas 2,2 %. Dentro das 10 maiores economias mundias de então, com PIB total de US$ 33,152 trilhões, o Brasil tinha somente 3,2 % de participação.


Em 11 de março de 2008, o IBGE anunciou que o PIB NOMINAL do Brasil tinha crescido 5,7% em 2007, somando R$ 2,562 trilhões, com 100% de acerto para a previsão feita pelo ECONOMIA BR em julho de 2007. O PIB atingiu US$ 1,314 trilhão, com um dólar médio de R$ 1,95.


Em 2008, o PIB NOMINAL cresceu 5,1%, somando R$ 2,9 trilhões, atingindo US$ 1,573 trilhão, com um dólar médio de R$ 1,843.


Para 2009, o ECONOMIA BR já previa em agosto daquele ano que ele permaneceria no mesmo patamar, a US$ 1,570 trilhão, com um dólar médio de R$ 2,00. Houve mínima queda, por reflexo da crise financeira mundial após a falência do Lehman's Brothers.


2010 foi um ano de crescimento com forte valorização do real frente ao dólar e PIB bem mais forte. A previsão do ECONOMIA BR, em agosto de 2010, era de um PIB de US$ 2 trilhões com Dólar médio a R$ 1,75.


Em 2010, o PIB NOMINAL cresceu 7,5%, atingindo um valor de R$ 3,675 trilhões, ou US$ 2,09 trilhões, a um Dólar médio de R$ 1,76 (exatos 1,7593). De qualquer modo, o ECONOMIA BR acertava em suas previsões, novamente, inclusive com o câmbio.


Em 2011, o PIB Nominal atingiu a cifra de R$ 4,143 trilhões, ou US$ 2,493 trilhões (2,492,908), a um Dólar médio de R$ 1,66, com o Brasil ultrapassando o Reino Unido e assumindo a 6ª posição mundial. Esse valor superava a previsão de US$ 2,2 trilhões feita pelo ECONOMIA BR.



NOVOS NÚMEROS PARA O
PIB NOMINAL BRASILEIRO

R$ TRILHÕES E US$ TRILHÕES
2000 a 2012



ANO
R$ TRI
US$ TRI
2000
1,179.482
-
2001 1,302.136
-
2002
1,477.822
-
2003
1,699.648
0,493
2004
1,941.498
0,665
2005
2,147.943
0,884
2006
2,322.818
1,067
2007
2,562.300
1,314
2008
2,889.719
1,573
2009
3,140.000
1,570
2010
3,675.000
2,090
2011
4,143,000
2,493
2012 *
4,864.000
2,560
2013
-
-

(*) Previsão do ECONOMIA BR em junho
de 2012,
com dólar médio do ano a R$ 1,90.



Em seguida, a partir de 2013, deverá rumar para tomar os lugares de outros 2 países europeus (França e Alemanha), como um bom BRICS.


<>

AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS EM 2011
PELO FMI
PIB NOMINAL
US$ TRILHÕES


LUGAR
PAÍS 2011

Estados Unidos
15,094

China
7,298

Japão
5,869

Alemanha
3,577

França 2,776

Brasil
2,493

Reino Unido
2,418

Itália 2,199

Rússia
1,850
10º
Canadá 1,737

Dados do FMI.



Antes, o ECONOMIA BR estava sozinho em suas previsões. Agora até mesmo o Fundo Monetário Internacional já prevê que o Brasil esteja entre as 5 maiores economias mundiais exatamente em 2016, quando passará a orgulhosa França.

<>
<>
Porém, é muito mais importante lutar para exportar como um grande Player, acumulando grandes saldos comerciais. Este é o grande caminho.


Visto todo esse sobe e desce do PIB Nominal, pode-se concluir que a
forma mais justa de cálculo do Produto Interno Bruto - PIB (GDP - Gross Domestic Product), de um país é através da Paridade de Poder de Compra (PPP - Purchasing Power Parity), o que já é consenso em todo o mundo atual, inclusive para o Banco Mundial e para a CIA, em seu "The World Fact Book" (NOTA), fonte do Governo dos Estados Unidos.


O PIB do Brasil pelo PPP ficou em 2010 em US$ 2,194 trilhões, saltando também para a posição de 7ª maior economia mundial, segundo a CIA.


Já em 2011, o PIB do Brasil pelo PPP ficou em US$ 2,284 trilhões, ainda na posição de 7ª maior economia mundial, segundo o FMI e a CIA.


Pelo quadro abaixo, entende-se melhor porque China, Índia e Brasil são hoje expoentes necessários a uma real e justa representação da riqueza mundial. O mesmo aplica-se ao Conselho de Segurança da ONU no caso de Índia e Brasil, pois a China já é um país membro.




AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS - 2011
PELO FMI
PIB (GDP) / PPP
US$ TRILHÕES


LUGAR
PAÍS 2011

Estados Unidos
15,094

China
12,300

Índia
4,458

Japão
4,440

Alemanha 3,099

Rússia
2,383

Brasil
2,294

Reino Unido
2,261

França
2,218
10º
Itália
1,847
 


Veja em DEFESA BR qual é o destino traçado para o Brasil neste Século XXI frente ao mundo. E aqui em ECONOMIA BR, entenda como será A Economia Brasileira no Futuro e como fará para conquistar um PIB de US$ 6 trilhões até 2020, a valores atuais, encaixando-se com orgulho no quadro acima.


O Brasil poderá ser a 3ª maior potência mundial em até 2 décadas, de acordo com estudos do próprio Pentágono (Defesa dos EUA), somente sendo ultrapassado pelos EUA e pela gigantesca, porém problemática e cada dia mais dependente,
CHINA.


Para tanto, terá que apoiar-se, desde já em duas pernas fortes, seu gigantesco Mercado Interno e As Exportações Brasileiras, principalmente as do Agronegócio, que juntos trarão a verdadeira e justa riqueza social de que tanto necessita.



FORÇA DE TRABALHO EM 2007
MILHÕES DE TRABALHADORES


LUGAR
PAÍS FORÇA
POPULAÇÃO
% FORÇA

China
798,0
1.321,9 60 %

Índia
509,3
1.129,9 45 %

Estados Unidos 151,4
301,1 50 %

Indonésia
108,2 234,7 46 %

Brasil
96,3 190,0 51%

Rússia
73,9
141,4 52 %

 Bangladesh
68,0
150,4 45 %

Japão
66,4
127,4
52 %

Nigéria
49,0
135,0 36 %
10º
Paquistão
48,3
164,7
29 %




  Continua com os links acima.


Veja os INDICADORES ECONÔMICOS do Brasil.





FONTES & LINKS



CIA - The World Fact Book 2009

BCB - Indicadores Econômicos Consolidados

IBGE - Novo Sistema de Contas Nacionais - 2000 a 2005

FED - The Federal Reserve System (pdf - 15,24 Mb)

BIS - Central Bank Websites

Wikipedia - List of Countries by Foreign Exchange Reserves

Wikipedia - Foreign Exchange Reserves

IBGE - 2010 - Contas Trimestrais

Banco Central do Brasil - Indicadores Consolidados

Tesouro Nacional - Relatório Mensal da Dívida Pública Federal







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