Home


A ECONOMIA

BRASILEIRA

INDICADORES ECONÔMICOS


GERAIS

 


ÁREA


Na atualidade, o Brasil possui a 5ª extensão territorial mundial. Entretanto, quando se pensa em território com áreas geográficas contínuas, o Brasil ocupa a 4ª posição mundial.


Os EUA detêm territórios separados de sua área original, que foram agregados ao longo do tempo, como o Alasca (depois do Canadá) e o Havaí (Arquipélago do Oceano Pacífico).




(Clique na imagem abaixo para ampliação)

Mapa-Mundi (1999)

Mapa-Mundi de 1999.



AS 10 MAIORES
ÁREAS GEOGRÁFICAS
MUNDIAIS
EM KM


LUGAR
PAÍS KM

Rússia
17.075.200

Canadá
9.984.670

Estados Unidos
9.631.418

China
9.596.960

Brasil
8.511.965

Austrália
7.686.850

Índia
3.287.590

Argentina
2.766.890

Cazaquistão
2.717.300
10º
Sudão
2.505.810


POPULAÇÃO


Em julho de 2009, estimava-se que o Brasil possuía a 5ª maior população mundial
, estando na mesma posição que ocupa com sua área geográfica. O mundo possuiria à época algo por volta de 7 bilhões de habitantes.


Tal ocupação do Brasil é coerente com o tamanho, sem mostrar as discrepâncias que ocorrem em outros países, como pode ser visto em Densidade Demográfica mais abaixo.



AS 10 MAIORES
POPULAÇÕES
JULHO 2004 / 2005 / 2006


LUGAR
PAÍS JUL 2004
JUL 2005
JUL 2006

China
1.298.847.624
1.306.313.812
1.313.973.713

Índia
1.065.070.607 1.080.264.388
1.095.351.995

Estados Unidos
293.027.571
295.734.134
298.444.215

Indonésia
238.452.952
241.973.879
245.452.739

Brasil
184.101.109
186.112.794
188.078.227

Paquistão
159.196.336
162.419.946
165.803.560

Bangladesh
141.340.476
144.319.628
147.365.352

Rússia
143.782.338
143.420.309
142.893.540

Nigéria
137.253.133 128.765.768
131.859.731
10º
Japão
127.332.002
127.417.244
127.463.611

A Rússia foi ultrapassada por Bangladesh, tendo redução de habitantes.
A Nigéria também teve redução em 2005 (AIDS ?). O Japão mostrava ter
se estabilizado.A China podia ter de fato mais de 1,8 bilhão.
População da CIA - The World Fact Book 2011.



AS 10 MAIORES
POPULAÇÕES
JULHO 2007 / 2008 / 2009


LUGAR
PAÍS JUL 2007
JUL 2008
JUL 2009

China
1.321.851.888
1.330.044.544
1.338.612.968

Índia
1.129.866.154
1.147.995.904
1.160.079.217

Estados Unidos
301.139.947
303.824.640
307.212.123

Indonésia
234.693.997
237.512.352
240.271.522

Brasil
190.010.647
196.342.592
198.739.269

Paquistão
164.741.924
172.800.048
176.242.949

Bangladesh
150.448.339
153.546.896
156.050.883

Nigéria
135.031.164
146.255.312
149.229.090

Rússia
141.377.752
140.702.096
140.041.247
10º
Japão
127.433.494
127.288.416
127.078.679

Os países com redução populacional em 2009 foram Rússia e Japão.
Em 2008, a Rússia desceu para a 9ª posição.
A China podia ter de fato quase 2 bilhões de habitantes.
População da CIA - The World Fact Book 2011.




DENSIDADE DEMOGRÁFICA


Estima-se que o Brasil esteja bem colocado na 9ª posição em termos de densidade populacional entre as 10 maiores populações mundiais (vide quadro acima).


O país possuía em 2009 somente 23,3 habitantes por km2, mostrando que ainda existia uma vasta extensão de terra a ser colonizada, como no caso do Centro-Oeste, que continuava a despontar como um dos celeiros da agricultura mundial moderna.


Entretanto, é necessário apontar algumas sérias discrepâncias de densidade populacional que ocorrem em muitos países do mundo atual.


Pelo quadro abaixo, vê-se que 5 países, Bangladesh,
Índia, Japão, Paquistão e Nigéria, têm problemas de densidade maiores que a China, a 6ª colocada. Desses 6 países, somente Índia e China possuem territórios gigantescos, o 7º e o 4º do mundo, respectivamente.


Um país pequeno como a Indonésia, com 1.919.440 km2, em 16º lugar, tem a 4ª maior população, com 240,3 milhões de habitantes.


Um país ainda menor como a Japão, com 377.835  km2, em impressionante 61º lugar em território, tem a 10ª maior população, com 127,1 milhões de habitantes.


Paquistão com 803.940 km2, em 35º, tem 176,2 milhões de habitantes. Nigéria com 923.768 km2, em 32º, tem 149,2 milhões.
Bangladesh com apenas minguados 144.000 km2, em 93ª, tem impressionantes 156,1 milhões de habitantes, em franco crescimento, o que já é um terrível problema humanitário.


Enquanto isso, um país gigante como a Austrália, com 7.686.850 km2, em 6º lugar, tem a 54ª maior população, com apenas 21,3 milhões de habitantes.
Já o Canadá, com 9.984.670 km2, em 2º lugar, tem a 37ª maior população, com 33,5 milhões de habitantes.


É interessante notar que a maioria dos países superpopulosos são muçulmanos - Bangladesh, Paquistão, Nigéria e Indonésia - enquanto essas 2 áreas gigantescas - Austrália e Canadá - pouquíssimo povoadas, são países da comunidade britânica recentemente colonizados, frente aos outros, milenares.


Nesse mundo superpopulado, Estados Unidos, Brasil e, especialmente, Rússia, encontram-se em situações mais confortáveis para as suas populações. O problema russo é que grande parte de seu território é quase inabitável, sendo a Sibéria a área mais conhecida.




AS MAIORES
DENSIDADES POPULACIONAIS
DAS 10 MAIORES POPULAÇÕES
JULHO 2009


LUGAR
PAÍS
DENSI
DADE
POPULAÇÃO LU
GAR
ÁREA
KM
LU
GAR

Bangladesh
1.083,7
156.050.883

144.000 93º

Índia
354,7
1.166.079.217

3.287.590


Japão
336,3
127.078.679
10º
377.835 61º

Paquistão
219,2
176.242.949

803.940 35º

Nigéria
161,4
149.229.090

923.768 32º

China
139,9
1.338.612.968

9.596.960

Indonésia 125,2
240.271.522

1.919.440 16º

Estados Unidos 31,9
307.212.123

9.631.418

Brasil
23,3
198.739.269

8.511.965
10º
Rússia
8,2
140.041.247

17.075.200

A densidade da Índia ultrapassou a do Japão em 2007. Cresceram com
mais força Paquistão, Nigéria e Indonésia. Caíram Japão e Rússia.
Cálculo Baseado em Dados da
CIA - The World Fact Book 2011.




PRODUTO INTERNO BRUTO - PPP


A única forma justa de cálculo do Produto Interno Bruto - PIB (GDP - Gross Domestic Product), de um país é através da Paridade de Poder de Compra - PPC (PPP - Purchasing Power Parity).


Este
mede quanto uma determinada moeda pode comprar em termos internacionais (normalmente em dólar), corrigindo as diferenças de preço de um país para outro e permitindo que se chegue mais perto de números realistas.


Adotado pelas Nações Unidas em 2003, o PIB/PPP
tornou-se consenso em todo o mundo atual e passou a ser adotado por instituições que vão do Banco Mundial à CIA, em seu "The World Fact Book" (NOTA), fonte do governo dos Estados Unidos.


O PIB sintetiza a riqueza e produção nacionais em um ano. Calculado pelo método do PPP,
o Brasil encontrava-se em 9º lugar no mundo desde 2003, apenas superado por : EUA, China, Japão, Índia, Alemanha, Rússia, Reino Unido e França. A Itália já teria ficado em 10º lugar em 2008.


Em 2008, o PIB do Brasil pelo método de Paridade de Poder de Compra ficou em US$ 1,977 trilhão, permanecendo na posição de 9ª maior economia mundial, segundo o Banco Mundial. Segundo a CIA, a posição seria a mesma, mas o PIB estaria em US$ 1,998 trilhão.


N


Já em 2010, o PIB do Brasil pelo PPP ficou em US$ 2,194 trilhões, saltando para a posição de 7ª maior economia mundial, segundo a CIA.


Por estes dois quadros abaixo, entende-se melhor porque China, Índia e Brasil são hoje expoentes necessários a uma real e justa representação da riqueza mundial.. O mesmo aplica-se ao Conselho de Segurança da ONU no caso de Índia e Brasil, pois a China já é um país membro.




AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS - 2010
PELA CIA
PIB (GDP) / PPP
US$ TRILHÕES



LUGAR
PAÍS 2010

Estados Unidos
14,720

China
9,872

Japão
4,338

Índia
4,046

Alemanha 2,951

Rússia
2,229

Brasil
2,194

Reino Unido
2,189

França
2,160
10º
Itália
1,782

PIB (GDP) / PPP da CIA - The World Fact Book 2011.
Dados do BRASIL.

Wikipedia  Lista de Países por PIB - Paridade de Poder de Compra
Wikipedia - List of countries by GDP - PPP




PRODUTO INTERNO BRUTO - NOMINAL


A partir da conversão NOMINAL das taxas oficiais de câmbio, costumava-se calcular o Produto Interno Bruto (PIB ou GDP - Gross Domestic Product) das nações.


Entretanto, para o objetivo de comparar-se economias com realidades totalmente diferentes, tal método vem caindo em desuso por não refletir a realidade sobre a situação dentro de cada país.


Portanto, para as comparações entre nações, somente é utilizado hoje o método conhecido como Paridade de Poder de Compra (PPP - Purchasing Power Parity), já descrito acima.


Somente a título de comparação entre esses dois índices - NOMINAL e PPP, e porque é necessário calcular a dimensão do Orçamento de Defesa (DEFESA BR) em relação ao PIB, utiliza-se tal índice NOMINAL aqui.



PIB



Até 1998, o Brasil ainda ocupava a 8ª posição, com PIB NOMINAL de US$ 788 bilhões, mas foi largamente ultrapassado por Canadá e Espanha em 1999, México em 2001 e Coréia do Sul em 2002, passando assim a ser a 12ª maior economia mundial, devido à mencionada expressiva desvalorização de sua moeda em 1999 e à então recessão continuada.


Em 2003, o Brasil foi ultrapassado pela Índia, Holanda e Austrália, caindo mais três posições no ranking mundial, atingindo o inédito 15º lugar mundial, com US$ 493 bilhões.


Iniciando um movimento de reversão e ascensão, o PIB brasileiro já em 2004 atingia US$ 605 bilhões, devido à progressiva desvalorização do Dólar e ao crescimento da economia, de 4,9%. Com isso, o país recuperou 3 posições, passando Índia, Coréia do Sul e Holanda, e voltando à 12ª posição.


De fato, a situação mostrou-se tão conjuntural que a cotação do Dólar médio anual caindo para R$ 2,43 em 2005 fez o PIB voltar à 10ª posição mundial.


Pois em 2005, com um crescimento de apenas 3,2 %, o Brasil atingiu um PIB de quase US$ 800 bilhões (como previsto pelo ECONOMIA BR), com exatos US$ 797 bilhões, praticamente voltando a 1998. Foi R$ 1,937 trilhão a um câmbio médio de R$ 2,43.


Ultrapassou México e Austrália. A Holanda sumiu do mapa dos 15 maiores. A Rússia acompanhou o crescimento do Brasil bem de perto.


Em fevereiro de 2006, o PIB brasileiro atingiu R$ 1,975 trilhão, o que em Dólar a R$ 2,10 à época já significara um avanço para US$ 940 bilhões.


Entretanto, em março de 2007, o IBGE 
anunciou nova metodologia para o
cálculo do PIB NOMINAL do Brasil
que veio a mudar a história, tendo
havido uma revisão dos números

para cima entre 2002 e 2005.



Com isso, o crescimento do PIB de 2005 aumentou de 2,3% para 2,9%. O de 2004, aumentou de 4,9 % para 5,7%; o de 2003 foi recalculado de 0,5 % para 1,1%; e o de 2002 saiu de 1,9% para 2,7 %. Tendo como base o ano de 2000, verificou-se que o PIB de 2005 obteve um aumento de 10,9% sobre o cálculo anterior.


Assim, o PIB de 2005, que era tido como de R$ 1,937 trilhão ou US$ 797 bilhões a um câmbio médio de R$ 2,43, passou a ser de R$ 2,147.944 trilhões ou US$ 884 bilhões (US$ 883.928 bilhões), verificando-se o referido aumento de 10,9 %.


Já o PIB NOMINAL de 2006 foi de R$ 2,322.818 trilhões e US$ 1,067 (US$ 1,066.687 trilhão ao Dólar médio de R$ 2,1776). Frente ao PIB mundial de US$ 47,915 trilhões, o Brasil participou com apenas 2,2%.


Dentro das 10 maiores economias mundiais em 2006, que concentravam 70% da riqueza mundial e com PIB total de US$ 33,152 trilhões, o Brasil tinha somente 3,2% de participação.


Em 11 de março de 2008, o IBGE anunciou que o PIB NOMINAL do Brasil tinha crescido 5,7% em 2007, somando R$ 2,562 trilhões, com 100% de acerto para a previsão feita pelo ECONOMIA BR em julho de 2007. O PIB atingiu US$ 1,314 trilhão, com um dólar médio de R$ 1,95.


Em 2008, o PIB NOMINAL cresceu 5,1%, somando R$ 2,9 trilhões, atingindo US$ 1,573 trilhão, com um dólar médio de R$ 1,843.


Para 2009, o ECONOMIA BR já previa em agosto daquele ano que ele permaneceria no mesmo patamar, a US$ 1,570 trilhão, com um dólar médio de R$ 2,00. Houve mínima queda, por reflexo da crise financeira mundial após a falência do Lehman's Brothers.


2010 foi um ano de crescimento com forte valorização do real frente ao dólar e PIB bem mais forte. A previsão do ECONOMIA BR, em agosto de 2010, era de um PIB de US$ 2 trilhões com Dólar médio a R$ 1,75.


N


Em 2010, o PIB NOMINAL cresceu 7,5%, atingindo um valor de R$ 3,675 trilhões, ou US$ 2,09 trilhões, a um Dólar médio de R$ 1,76 (exatos 1,7593). De qualquer modo, o ECONOMIA BR acertava em suas previsões, novamente, inclusive com o câmbio.



NOVOS NÚMEROS PARA O
PIB NOMINAL BRASILEIRO

R$ TRILHÕES E US$ TRILHÕES
2000 a 2011



ANO
R$ TRI
US$ TRI
2000
1,179.482
-
2001 1,302.136
-
2002
1,477.822
-
2003
1,699.648
0,493
2004
1,941.498
0,665
2005
2,147.943
0,884
2006
2,322.818
1,067
2007
2,562.300
1,314
2008
2,889.719
1,573
2009
3,140.000
1,570
2010
3,675.000
2,090
2011 *
-
2,200

O ECONOMIA BR previu em agosto de 2010
PIB (com dólar médio de R$ 1,75) de US$ 2 trilhões
para o ano e deu US$ 2,024 trilhões.

(*) Previsão do ECONOMIA BR em junho de 2011,
com dólar médio do ano a R$ 1,60, de PIB de
US$ 2,2 trilhões com crescimento de 5,5%.




DÓLAR MÉDIO ANUAL
2004 a 2011



ANO
R$
VAR. %
2004
2,92
-
2005
2,43
- 16,8%
2006
2,16
- 11,1%
2007
1,95
- 9,7%
2008
1,84
- 5,6%
2009
2,00
+ 8,7%
2010
1,76
- 12,0%
2011 *
1,60
- 9,0%

O ECONOMIA BR previu 1,75 em agosto de 2010, e deu 1,7593.
(*) Previsão do ECONOMIA BR em janeiro de 2011,
se o Brasil não enfrentar o problema.




Gráfico



ENTRE AS 3 MAIORES ECONOMIAS


De acordo com o FMI, o Brasil fechou o ano de 2010 como a 7ª maior economia mundial, com US$ 2,090 trilhões (ver quadro abaixo).


Com seu melhor crescimento da economia, o Brasil já tinha ultrapassado Rússia e Espanha em 2008 e passou a Itália em 2010, vindo a retomar seu histórico lugar de 8ª maior economia mundial e avançar para ser a 7ª maior economia mundial.


Em seguida, a partir de 2011, deverá rumar para tomar os lugares de outros 3 países europeus (Reino Unido, França e Alemanha), como um bom BRICS.


Um estudo do Banco de Investimentos Goldman Sachs conhecido como "Sonhando com os BRICs" e divulgado em outubro de 2003 prevê que o Brasil estará entre as 5 maiores potências mundiais em 2050.


Já a revista britânica The Economist, uma das mais influentes do mundo, publicou em dezembro de 2009 um especial, mostrando que o país pode chegar ao posto de quinta maior economia do mundo na década de 2011-2020, ultrapassando Itália, Reino Unido e França.


O ECONOMIA BR prevê que o Brasil esteja entre as 5 maiores economias mundiais antes de 2015 e entre as 3 primeiras ante de 2030.



CRESCIMENTO % DO PIB
DOS BRICS ENTRE 2005 E 2011



PAÍS 2005 2006
2007
2008
2009
2010
2011
China
10,1
11,0
11,5
9,0
8,7
10,3
8,5
Índia
7,1 10,0
10,0
8,0
5,0
9,7
8,0
Rússia
6,4
10,0
9,0
7,0
- 7,9
5,3
4,0
Brasil
3,2
4,0
5,7
5,1
0,0
7,5
5,5*

(*) Previsão do ECONOMIA BR em julho de 2011.



AS 15 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS ENTRE 2003 A 2007
PIB NOMINAL
US$ BILHÕES


LUGAR
PAÍS 2007
2006
2005
2004
2003

Estados Unidos
13,840
13,262
12,760
11,757
10,857

Japão
4,384
4,464
4,960
4,780
4,291

Alemanha
3,322
2,890
2,600
2,734
2,386

China
3,251
2,554
2,230
1,543
1,381

Reino Unido
2,773
2,358
2,280
2,113
1,752

França 2,560
2,227
2,112
2,026
1,732

Itália
2,105
1,841
1,735
1,669 1,459

Espanha
1,439
1,217
1,046
971
819

Canadá
1,432
1,273
1,047
957
851
10º
Brasil
1,314
1,067
884
665
493
11º
Rússia
1,290
975
765
535
419
12º
Índia
1,099
854
753
594
510
13º
Coréia do Sul
957
877
727
582
521
14º
Austrália
909
744
650
622
508
15º
México
893
811
757
649
612

Dados do IBGE.
Valor do PIB de cada país convertido em dólar, compensada a projeção de inflação.
PIB do Brasil já com a nova metodologia do  IBGE anunciada em março de 2007.


N


AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS - 2008 E 2010
PELO FMI
PIB NOMINAL
US$ TRILHÕES


LUGAR
PAÍS 2010
2008
DIF.

Estados Unidos
14,658 14,441
+ 0,217

China
5,878
4,327
+ 1,551

Japão
5,459
4,911
+ 0,548

Alemanha
3,316
3,673 - 0,357

França 2,583
2,867
 - 0,284

Reino Unido
2,247
2,680
- 0,433

Brasil
2,090
1,573
+ 0,517

Itália 2,055
2,314
- 0,259

Canadá
1,574
1,500 + 0,074
10º
Índia 1,538
1,207
+0,331

Interessante notar a redução do PIB dos maiore países europeus,
e a ascenção de outros como China, Brasil e Índia,
tendo
EUA e Japão em temporário crescimento.


Tabela baseada em dados do FMI.



Antes, o ECONOMIA BR estava sozinho em suas previsões. Agora até mesmo o Fundo Monetário Internacional já prevê que o Brasil esteja entre as 5 maiores economias mundiais exatamente em 2016, quando passará a orgulhosa França (com o Reino Unido um ano antes).



PREVISÃO DO FMI PARA
AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS - 2011 A 2016
PIB NOMINAL
US$ TRILHÕES





Country  2011  2012  2013  2014  2015  2016 

World 68,652.409 72,485.810 76,467.339 80,695.682 85,424.674 90,451.589
01
 United States 15,227.074 15,880.207 16,522.059 17,223.523 17,993.100 18,807.547
02
 China 6,515.861 7,209.418 8,057.406 9,016.232 10,061.803 11,220.173
03
 Japan 5,821.945 5,920.556 6,058.059 6,218.156 6,379.658 6,539.556
04
 Germany 3,518.592 3,599.981 3,691.071 3,779.927 3,856.986 3,928.268
05
 France 2,750.708 2,834.353 2,923.269 3,016.950 3,112.309 3,211.079
06
 Un. Kingdom 2,471.883 2,602.487 2,743.352 2,890.993 3,050.523 3,220.415
07
 Brazil 2,421.637 2,576.244 2,735.302 2,913.970 3,102.995 3,302.858
08
 Italy 2,181.362 2,245.905 2,304.311 2,363.085 2,424.497 2,488.601
09
 Russia 1,894.473 2,197.710 2,403.031 2,654.093 2,926.317 3,237.246
10
 Canada 1,737.268 1,809.315 1,875.142 1,938.041 1,999.953 2,063.438
N


O CASO DA ESPANHA


A crise espanhola permitiu que o Brasil se firmasse na oitava posição entre as maiores economias do mundo entre 2009 e 2010. Com base em números oficiais, o jornal econômico espanhol Expansion revelou em agosto de 2010 que o ranking das maiores economias foi bastante modificado com a crise global nos últimos anos.


Naquele ano, a China ultrapassou o Japão e tornou-se a segunda maior economia do mundo. Já o Brasil teria superado a Espanha, em termos de PIB Nominal. Com base nos números do primeiro semestre de 2010, o PIB brasileiro seria de US$ 1,8 trilhão, ante US$ 1,5 trilhão da Espanha.


Segundo o jornal, a Espanha chegou a ficar na sétima posição em 2007, quando ainda vivia um boom econômico. Mas, com 20% de desemprego, um déficit colossal e uma economia estagnada, passou a perder posições.


Já dados do FMI, organizados por Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, indicam que a ultrapassagem da Espanha pelo Brasil teria acontecido ainda em 2009.


Em 2009, segundo os dados do FMI, o Brasil, com PIB de US$ 1,57 trilhão, estava na oitava posição do ranking, mas ainda colado na Espanha, que era a nona colocada, com US$ 1,46 trilhão.


Mas a persistência da crise nos países ricos e a rápida recuperação dos emergentes, como o Brasil, fizeram com que a diferença entre os dois países disparasse já em 2010.




PIB Nominal 2009

Brasil em 8º lugar em 2009, segundo o FMI.



A projeção do FMI para 2010 jogava o PIB brasileiro para US$ 1,91 trilhão, bem acima do US$ 1,56 trilhão previsto para a Espanha. Já a Previsão do ECONOMIA BR, prevendo dólar médio de 2010 a R$ 1,75, era de um PIB de US$ 2 trilhões para o ano. 


Em 2010, o PIB NOMINAL cresceu 7,5%, atingindo um valor de US$ 2,09 trilhões, enquanto via a Espanha com apenas US$ 1,41 trilhões, ou seja, apenas 67% do brasileiro.




RENDA PER CAPITA


O Brasil teve em 2009 uma Renda Per Capita (por cabeça) de US$ 8.220, e atingiu o valor de US$ 10.900 em 2010, de acordo com a CIA.


Entre 2003 e 2010, por volta de 1000 milhões de pessoas integravam a classe C, a chamada nova classe média, sendo que então quase 30 milhões deram um salto para ela, movimentando toda a economia, e especialmente no Nordeste.


Para Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), dada a experiência histórica, só tem sentido sermos a quinta maior economia do mundo, se formos a quinta melhor sociedade, afirma. Ser a quinta economia com o grau de exclusão maior ou igual ao que temos atualmente é algo muito louvável somente para os que se beneficiaram do país.


As previsões apontam que a classe média brasileira, que em 2003 representava 37% da população (66 milhões de habitantes), crescerá até 2014 para 56% (113 milhões). Por outro lado, a classe E cairá de 28% (49 milhões) para 8% (16 milhões).


Os cidadãos com melhores condições de renda (classe A) passarão de 8% (13 milhões) para 16% (31 milhões) e a classe D será reduzida de 27% (47 milhões) em 2003 para 20% (40 milhões) em 2014.


Renda Per Capita da CIA - The World Fact Book 2011.




FORÇA DE TRABALHO


A Força de Trabalho no Brasil seria a 5ª maior em 2008, segundo o "The World Fact Book 2009" da CIA, com 93,7 milhões de trabalhadores.


Em anos anteriores, somente consideravam nossa Força de Trabalho em 45% da população. O ECONOMIA BR precisou reajustar o quadro para 50%, decisão que demonstra ter sido acertada, visto que foi acompanhada pelos últimos Fact Books, de algum modo. Em 2007, estava em 52%


A CIA não parece computar a parcela da Força de Trabalho informal, tendo havido somente um cômputo cartorial, com carteiras de trabalho assinadas. Desde 2005, o trabalho melhorava, mas vindo a recuar em 2009.



FORÇA DE TRABALHO EM 2008
MILHÕES DE TRABALHADORES


LUGAR
PAÍS FORÇA
POPULAÇÃO
% FORÇA

China
807,3
1.330,0 61 %

Índia
523,5
1.148,0 46 %

Estados Unidos 154,3
303,8 51 %

Indonésia
112,0 237,5 47 %

Brasil
93,7 196,3 48 %

Rússia
75,7
140,7 54 %

 Bangladesh
70,9
153,5 46 %

Japão
66,5
127,2
52 %

Nigéria
51,0
146,2 35 %
10º
Paquistão
50,6
172,8
29 %

Cálculo Baseado na Força de Trabalho da CIA - The World Fact Book 2011.
Estranhamente, segundo esta fonte, somente a Força de Trabalho do Brasil
foi reduzida frente ao ano anterior (em 6 milhões de trabalhadores e
percentual de 52 para 48). Até mesmo populações em declínio
tiveram aumento de Força para a CIA, como Rússia e Japão.





DÍVIDA EXTERNA


A Dívida Externa mundial em 2003 era de US$ 2 trilhões, enquanto que em 2005 chegava a estrondosos US$ 38,5 trilhões, devido ao até então crédito barato e farto.


Nesse campo, o Brasil conseguia antes ter destaque absoluto de acordo com o CIA Fact Book de 2003, perdendo apenas para os EUA, e sem ter mostrado qualquer alavancagem em sua economia para ter tamanho débito internacional.


Entretanto, a partir do Fact Book de 2004, houve uma profunda mudança de atores, amplamente benéfica ao Brasil. De 2003 para 2004, o país caiu de 2º para 6º colocado
.


A posição do Brasil é conhecida e sua dívida vem diminuindo nos últimos anos por causa da recuperação econômica. O país procura atrair hoje IED e remessas de imigrantes, como maiores fontes de financiamento, conforme visto no próximo item.


Segundo o Fact Book de 2003, o país mais endividado eram os EUA, cujos números abaixo referem-se a 2001.
Portugal, Austrália e China surgiam logo após os EUA e o Brasil como os maiores devedores mundiais.



CIA FACT BOOK 2003
AS 10 MAIORES DÍVIDAS
EXTERNAS MUNDIAIS
  US$ BILHÕES - 2003


LUGAR
PAÍS 2003

Estados Unidos
1.400,0

Brasil
223,6

Portugal
211,7

Austrália
193,0

China
184,0

Rússia
165,4

México
159,3

Argentina
142,0

Turquia
141,3
10º
Coréia do Sul
134,9

Dívida Externa da CIA - The World Fact Book 2003.



Já segundo o CIA Fact Book de 2004, houve uma mudança bastante radical no ranking dos principais países endividados, tendo o Brasil caído para 6º lugar e sido explosivamente ultrapassado por Itália, Espanha, Portugal e até mesmo Austrália como os maiores devedores mundiais.


Assim, já estava criado o Grupo dos PIIGS (incluindo a Irlanda do Norte), o qual ficaria conhecido pelo mundo com a crise da União Europeia, a partir de 2010


Com o CIA Fact Book de 2005, viu-se uma mudança ainda mais radical no ranking dos principais países endividados externamente, tendo o Brasil caído para 13º lugar. Foi ultrapassado por enorme lista de países, sendo que muitos nem constavam entre os 10 mais endividados em 2003 e 2004.


Na época, a dívida de US$ 7,107 trilhões (na versão anterior em US$ 4,71 trilhões) do Reino Unido, seria quase uma impossibilidade se não fosse verdade.



Uma lenta mudança ocorria na economia mundial e a União Europeia encontrava-se em 2009 no limiar de uma profunda crise econômica (junto com os EUA, em que o jogo de dívidas, orçamentos deficitários e reservas ditaria o ritmo e os maiores perdedores nos anos que se seguiriam.


O Fact Book de 2006 veio registrar o Brasil distante em 2005, já na 23ª posição mundial, corrigida pelo ECONOMIA BR para a justa 24ª posição, pelos dados disponíveis. Em 2006, o país já se encontrava em 27º lugar, com uma dívida próxima a US$ 172 bilhões, significando apenas 11 % de seu PIB por PPP.


A dívida externa do Brasil fechou 2007 com US$ 197,7 bilhões, mas em 2008, as reservas já cobriam em muito este patamar (ver quadro abaixo).
A dívida externa fechou 2008 com US$ 262,9 bilhões, com um expressivo crescimento devido à crise mundial, mas bastante distante de países agora problemáticos e antes tidos como insuspeitos, até mesmo como o Japão e a União Europeia inteira.


Estes países antes insuspeitos estão entrando com muita força nesta preocupante relação em muito pouco tempo, em que a grande maioria importa petróleo, mas alguns até o produzem.


N


Com toda a crise, o crédito mundial ainda parecia estar farto e barato. Porém, o alarme soou na União Europeia em 2010, acomeçar pela Grécia e se estendendo aos outros PIIGS, além de passar a ameaçar economias como a do Reino Unido e França.


A dívida externa do Brasil fechou 2010 com US$ 255,7 bilhões, com novo crescimento devido à crise mundial, mas procurando manter-se distante de maiores problemas.



CIA FACT BOOK 2011
AS 10 MAIORES DÍVIDAS
EXTERNAS MUNDIAIS E SUAS
PARTICIPAÇÕES NO PIB (GDP) / PPP
  US$ BILHÕES - 2010


LUGAR
PAÍS DÍVIDA
DÍVIDA / PIB

Estados Unidos
14.392,5
97%

Reino Unido
8.981,0
+ 398%

Alemanha
4.713,0
+ 143%

França
4.698,0
+ 188%

Holanda
2.344,3
+ 344%

Japão
2.246,0
51%

Noruega
2.232,0 + 861%

Itália
2.223,0
+ 124%

Espanha
2.166,0
+ 157%
10º
Irlanda
2.131,0
+ 1.224%




25º
Brasil
310,8 *
14 %

* A CIA estimava o Brasil em 2004 erradamente com US$ 219,8 bilhões,
e em 2005 com US$ 211,4 bilhões. De 2003 para 2004, o país caiu de 2º
para 6º colocado. Já em 2005, desceu para a 13ª e, no mesmo ano,
para a  excelente 24ª posição mundial. Em 2006, foi para o 27º
lugar e, em 2007, para o 26º lugar com US$ 230,3 bilhões.
Em 2008, voltou para o 27º  lugar, com 262,9 bilhões.

Outro erro foram os US$ 310,8 bilhões do Brasil em 2010, já que o valor
real foi de US$ 255,7 bilhões, o que colocaria o país em 28º lugar.

Dívida Externa da CIA - The World Fact Book 2011.

Wikipedia - List of countries by external debt



Sabe-se que ao final de 2004 a Dívida Externa do Brasil caiu para U$ 203 bilhões e em 2005 para US$ 183,2 bilhões.


Somente em abril de 2006, a dívida externa já tinha baixado para US$ 161,862 bilhões, segundo levantamento do Banco Central. O estoque de dívida teve redução de US$ 6,395 bilhões em relação a março. A redução de 3,8% deveu-se aos pagamentos de US$ 6,459 bilhões em bônus do tipo Bradies e US$ 113 milhões ao Clube de Paris – grupo de bancos.


O Risco Brasil (índice Embi+ do JP Morgan) caiu para 400 pontos em dezembro de 2004 e 303 pontos em 2005. Chegou a 2006 com apenas 193 pontos, recorde de baixa batido em 28 de dezembro. Em maio de 2007, já girava na faixa de 150 pontos, abaixo da média dos países emergentes.


N


Encerrou 2010 aos 180 pontos, 6,25% menor que o de 2009. Veja abaixo a evolução da dívida externa desde 1980. a dívida externa em 2011 poderá representar 75% das reservas.



DÍVIDA EXTERNA DO BRASIL
1980 a 2011


ANO

DÍIDA EXTERNA
US$ BILHÕES

RESERVAS
US$ BILHÕES

1980

54

9,6

1990

96

9,4

1994

120

38

1996

142

60

1998

242

44

1999

241

42

2000

236

33

2002

228

36

2003

235

49

2004

203

53

2005
183
53,8
2006
172,5
85,8
2007
197,7
180,3
2008 200,0
207,0
2009
208,0
239,0
2010
255,2
288,6
2011 *
292,5
390,0

(*) Previsões do ECONOMIA BR em abril de 2011.

Wikipedia - List of Countries by External Debt



Após ter pago antecipadamente suas dívidas com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Clube de Paris, mudando seu perfil de devedor para credor, ainda em 2007.


Depois disso, o Brasil passou a vislumbrar entrar como sócio pleno de 2 associações de credores internacionais : o referido Clube de Paris
e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).


O Clube é uma
entidade informal onde se reúnem os governos credores. Desde 1983, o montante de dívida renegociada nessa entidade alcança US$ 504 bilhões. De seus 19 membros, só a Rússia não faz parte da OCDE, espécie de clube das Nações ricas.


Os outros são EUA, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Canadá, Áustria, Austrália, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia e Suíça.





INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO - IED


Em 2005, os números do Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil eram de parcos US$ 15,066 bilhões (menos 17,1% sobre 2004).


Porém, já em 2006, o IED brasileiro cresceu para US$ 18,782 bilhões, números 24,7% melhores que os de 2005, talvez já prenunciando uma retomada de investimentos devido ao então aguardado investment grade para o país em 2008.


Em 2007, entraram US$ 34,616 bilhões O Brasil só perdeu para a Holanda naquele ano, na classificação de país que mais crescimento teve no IED, com um crescimento de 84% sobre o ano anterior (US$ 18,782 bilhões).


Enquanto isso, o IED na China era de
US$ 67 bilhões. O IED na China seguiu crescendo, mesmo com a lei fiscal de 1º de janeiro de 2008, a qual aumentou de 15% para 25% os impostos das empresas estrangeiras, enquanto reduziu de 33% para 25% a carga fiscal sobre as empresas chinesas.


Já em 2008, no Brasil, houve um impressionante salto, tendo o IED alcançado US$ 45,06 bilhões, sendo o maior valor desde 1947, quando começou a série histórica do BC.


Só em dezembro de 2008 esses investimentos ficaram em US$ 8,117 bilhões, sendo que em dezembro de 2007 ficaram em apenas US$ 886 milhões. O recorde anterior em investimento estrangeiro direto, que era o ano de 2007, já havia sido batido no acumulado até o mês de outubro de 2008, que ficara em torno de US$ 34,7 bilhões.


Houve uma forte reversão em 2009, por conta da crise econômica mundial e da especulação permitida com capitais externos em Bolsa de Valores e em juros, sempre a curto prazo. A partir daí, esses valores bateram recordes históricos, enquanto o IED minguou.


Em 2009, o Brasil atraiu um IED de US$ 25,967 bilhões, que foi 42,4% inferior ao do ano anterior.


N


Em 2010, houve redução para US$ 24,4 bilhões. O problema é quantificar os investimentos produtivos ou financeiros, especulativos atrás de ganhos com a maior taxa de juros do mundo (5,5% reais ou mais).


Enquanto isso, a China atingia
US$ 101 bilhões, ou o dobro do país das "commodities". Pior, apenas o pequeno território de Hong Kong recebeu US$ 62 bilhões no período, ou 28% a mais que o Brasil.


2011


Até o dia 13 de maio de 2011, o país já havia recebido US$ 45,943 bilhões, quase o dobro do total visto em 2010 todo (US$ 24,354 bilhões). Será que nossa previsão de US$ 70 bilhões para este ano é conservadora demais?


O Brasil vem atraindo muitos recursos de fora pelas boas perspectivas de crescimento econômico e também por pagar uma das taxas de juros mais elevadas do mundo.



INVESTIMENTOS
ESTRANGEIROS
DIRETOS NO BRASIL
2000 a 2011


ANO
US$ BILHÕES
% PIB
2000
32,779
5,44
2001
22,457
4,41
2002
16,590
3,61
2003
10,144
2,00
2004
18,166
3,01
2005
15,066 1,91
2006
18,782
1,91
2007
34,616
2,77
2008
45,060
3,36
2009
25,967
1,68
2010
24,354
1,21
2011 *
70,000
3,18

(*) Previsões de ECONOMIA BR em abril de 2011.



ESTOQUE TOTAL DE IED NO BRASIL


O Brasil possuía um estoque de IED de US$ 201,283 bilhões em 2005, segundo a Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).



ESTOQUE TOTAL DE
INVESTIMENTOS
ESTRANGEIROS
DIRETOS NO BRASIL
1980 a 2009


ANO
US$ BILHÕES
1980
17,5
1990
37,2
2000
103,0
2004
161,3
2005
201,3
2008
396,700
2009
517,900



Em 2000, o volume de IED mundial foi de US$ 1,3 trilhão. Em seguida, vieram o desaquecimento da economia americana, os ataques terroristas, a Guerra no Iraque e as devastadoras fraudes contábeis de grandes empresas americanas. E isso era só o começo dos problemas.


O IED para os países em desenvolvimento aumentaram em 41 % em 2004, para US$ 233 bilhões. Para os países desenvolvidos, diminuiu em 14 %, para US$ 380 bilhões. Para os primeiros, foram 36 % de todo o IED do mundo em 2004.


O estoque de investimentos estrangeiros dos EUA era de US$ 1,4 trilhão. O da China já era de US$ 443 bilhões, sendo que recebeu US$ 53 bilhões só em 2002. A China só perdia então para os EUA, Grã-Bretanha (com 639) e Alemanha (452).
O Brasil já ocupava em 2005 o 7º lugar na lista. Em 1990, detinha apenas US$ 37 bilhões.




ATIVO EXTERNO BRASILEIRO - AEB


O Brasil aumentou no primeiro semestre de 2010 seu estoque de investimentos - produtivos ou de natureza estritamente financeira - no exterior.


Esse movimento ocorreu por causa da elevação dos investimentos brasileiros diretos no exterior (IBD), promovida pelas empresas nacionais, e pela política de acumulação de reservas seguida pelo Banco Central.


A ampliação do volume de bens e direitos brasileiros no exterior significa que aumentou a capacidade de o país gerar dólares no futuro, em um horizonte de médio e longo prazos. Isso porque as reservas internacionais produzirão receitas de juros e o IBD vai gerar remessas maiores de lucros e dividendos das filiais de empresas brasileiras que estão no exterior para suas matrizes aqui.


O chamado ativo externo brasileiro atingiu até o primeiro semestre de 2010 o total de US$ 514,30 bilhões, volume 7,3% maior que os US$ 479,22 bilhões verificados no fim de 2009. As reservas internacionais deram a maior contribuição, com elevação de 6,1%, para US$ 253,11 bilhões. Já o IBD subiu 5,5%, para US$ 166,29 bilhões.




RESERVAS MONETÁRIAS


As reservas monetárias internacionais líquidas do Brasil em 2005 eram de apenas US$ 53,8 bilhões. Mas o país entrou em 2006 sem mais qualquer dívida com o FMI. Já em 2009, passou a ser cerdor do FMI, com um empréstimo de US$ 10 bilhões.


Em julho de 2006 as reservas eram de US$ 64,379 bilhões, pela primeira vez ultrapassando a
dívida pública externa da União (sem incluir as estatais, que chegava a US$ 63,284 bilhões). Fecharam 2006 em US$ 85,839 bilhões.


O Brasil já encontrava-se em julho de 2007 na 7ª posição entre as maiores reservas monetárias do mundo inteiro, com um total de US$ 150 bilhões, valor alcançado no dia 11 daquele mês. Fechou 2007 já com US$ 180,334 bilhões. Aqui, o Brasil começava a demonstrar ser também um BRIC.


Durante o ano de 2008, o Brasil ganhou uma posição, passando a ter as 6ªs maiores reservas mundiais.



AS 10 MAIORES RESERVAS
MONETÁRIAS MUNDIAIS
  US$ BILHÕES - DEZEMBRO 2008


LUGAR
PAÍS
RESERVAS

China
2.000,000

Japão
977,700

Rússia
435,400

Taiwan
280,680

Índia
245,857

Brasil
207,539

Coreia do Sul
200,500

Cingapura 168,802

Hong Kong
160,557
10º
Argélia
149,806

CIA - The World Fact Book



Mesmo com o agravamento da crise mundial no 4º trimestre de 2008, o Brasil conseguiu mater suas reservas monetárias. O BC precisava vender Dólares à vista no mercado diversas vezes, mas ainda conseguiu aumentar as reservas. O anos de 2008 fechou com US$ 208 bilhões em reservas.


Em 2 de dezembro de 2009, as reservas monetárias brasileiras atingiram a inédita cifra de US$ 239,4 bilhões e fecharam 2009 em US$ 239 bilhões.


A luta global pela defesa de suas economias em meio a uma grave crise econômica mundial levou diversos países a se desdobrarem no crescimento das somas de suas reservas.


Mesmo tendo evoluído d
urante o ano de 2009, o Brasil perdeu três posições, passando a ter as 9ªs maiores reservas monetárias mundiais.



AS 10 MAIORES RESERVAS
MONETÁRIAS MUNDIAIS
  US$ BILHÕES - NOVEMBRO 2009


LUGAR
PAÍS
RESERVAS

China
2.273,000

Japão
1.052,600

Rússia
441,700

Arábia Saudita
395,467

Taiwan
347,190

Índia
287,374

Coreia do Sul
270,900

Hong Kong 240,100

Brasil 238,000
10º
Alemanha
184,167

CIA - The World Fact Book


N


Já em 2010, o Brasil reconquistou três posições, passando a ter as 6ªs maiores reservas monetárias mundiais, fechando o ano com US$ 290,9 bilhões.


2011


Em março de 2011, o Brasil mantinha a posição com US$ 317,1 bilhões, de acordo com CIA Fact Book.


Já o Banco Central informava que o "colchão" brasileiro já somava US$ 330,666 bilhões em reservas internacionais somente até 13 de maio.



AS 10 MAIORES RESERVAS
MONETÁRIAS MUNDIAIS
  US$ BILHÕES - ABRIL 2011


LUGAR
PAÍS
RESERVAS

China
3.045,000

Japão
1.136,000

Rússia
525,000

Arábia Saudita
466,000

Taiwan
400,000

Brasil
329,000

Índia
314,000

Coreia do Sul
307,000

Suíça 280,000
10º
Hong Kong
277,000

Wikipedia - Foreign Exchange Reserves




RESERVAS MONETÁRIAS
INTERNACIONAIS LÍQUIDAS
DO BRASIL
2005 a 2011


ANO
US$ BILHÕES
2005
53,8
2006
85,8
2007
180,3
2008 207,0
2009
239,0
2010
290,9
2011 *
390,0

(*) Previsão do ECONOMIA BR em janeiro de 2011.
Nossa previsão para 2009 era de US$ 240 bilhões.
Nossa previsão para 2010 era de US$ 300 bilhões.



Em 2011, quase 90% das reservas do país estavam aplicadas em títulos do governo dos Estados Unidos - ainda considerados investimento seguro, mas de baixa rentabilidade - bancos do exterior e no Fundo Monetário Internacional (FMI). O Brasil estava entre as economias com maior nível de reservas em moeda estrangeira, segundo dados do FMI.




FONTES & LINKS



CIA - The World Fact Book 2011

Obs : as informações desta fonte são dinâmicas, mudando continuamente.

The Magazine of Future Warfare - World Powers

Wikipedia - List of countries by GDP - Nominal

Wikipedia - List of countries by GDP - PPP


IBGE - Novo Sistema de Contas Nacionais - 2000 a 2005

Wikipedia - List of countries by future GDP estimates - PPP

Wikipedia - List of countries by future GDP estimates - Nominal

Wikipedia - List of countries by external debt

Wikipedia - List of Countries by Foreign Exchange Reserves

Wikipedia - Foreign Exchange Reserves

Abradif - Crescem as Barreiras ao IED em Todo o Mundo

PIIGS




Home